VS Blog - O seu canal de informação católica » Gaystapo http://blog.veritatis.com.br VS Blog - O seu canal de informação católica Mon, 12 Apr 2010 19:04:39 +0000 http://wordpress.org/?v=2.8.4 en hourly 1 Do Deus lo Vult: Os gays e o Reino dos Céus http://blog.veritatis.com.br/index.php/2009/12/03/do-deus-lo-vult-os-gays-e-o-reino-dos-ceus/ http://blog.veritatis.com.br/index.php/2009/12/03/do-deus-lo-vult-os-gays-e-o-reino-dos-ceus/#comments Thu, 03 Dec 2009 14:51:15 +0000 Rafael Vitola Brodbeck http://blog.veritatis.com.br/?p=1589 Excelente comentário do Jorge Ferraz, que merece ser reproduzido:

Não achei em ZENIT, nem no site do Vaticano, nem na Radio Vaticana, nem em lugar nenhum. Mas saiu em R7 e no Estadão: “Cardeal diz que homossexuais ‘não entrarão no reino dos céus’”.

O cardeal é S.E.R. Javier Lozano Barragan, “[e]x-presidente do Pontifício Conselho para a Pastoral no Campo da Saúde”. Segundo a mídia secular, as declarações foram feitas ontem, quarta-feira, 02 de dezembro, à agência de notícias italiana Ansa.

Do Cardeal Barragán, não conheço quase nada. Encontrei no google uma mensagem proferida na Jornada Mundial contra a AIDS, em 2005; outra por ocasião do 56º dia mundial dos Doentes de Lepra, em 2009. Não sei em qual contexto foram feitas as declarações à Ansa; no entanto, sei que as palavras do cardeal podem ser e serão (se é que já não foram…) distorcidas, de modo que gostaria de tecer alguns comentários ligeiros.

Antes de mais nada, o cardeal está certo, objetivamente. É óbvio que os pecadores não entrarão no Reino dos Céus, por definição: o Céu é o lugar onde não existe pecado. Se isto for considerado “discriminação”, e se é insuportável à mentalidade igualitarista dos nossos dias, paciência. O Céu discrimina: n’Ele, só entram os justos. Nosso Senhor discrimina: separa os justos dos pecadores, as ovelhas dos bodes, o trigo do joio.

Ademais, a passagem bíblica referida por Sua Eminência é a epístola de São Paulo aos Romanos, Capítulo 1, versículos 26ss; “paixões vergonhosas”, “relações contra a natureza”, “torpeza” e “desvario” são expressões utilizadas pelo Apóstolo. Portanto, se há “homofobia”, ela está nas Escrituras Sagradas, e não no discurso do cardeal mexicano!

Esta é a verdade, e ela não pode ser mudada em atenção aos melindres dos que não acreditam em Deus. Os actos homossexuais, desordenados objetivamente, são pecaminosos. Não há espaço para o pecado na presença do Deus Altíssimo. A conclusão que se impera é imediata: não, não há lugar para os homossexuais no Reino dos Céus. Nisto, está certo o cardeal mexicano. Há, no entanto, uma ressalva – óbvia para os católicos – que precisa ser feita, para evitar as distorções dos anti-clericais de todos os naipes.

Não há espaço no Reino dos Céus para homossexuais ou para adúlteros, para prostitutas ou para ladrões, para assassinos ou para idólatras; mas há espaço – e muito! – para os penitentes e os arrependidos. Assim, a resposta à pergunta “o que é ser homossexual?” tem uma importância fundamental para que se entenda o que disse o cardeal Barragán.

Se “homossexual” for o indivíduo praticante que comete os seus atos desordenados sem se arrepender deles, então a sua entrada na Vida Eterna – como a de qualquer pecador – está condicionada ao arrependimento de suas faltas. No entanto, se “homossexual” for o indivíduo que tem tendências a se afeiçoar por pessoas do mesmo sexo e, mesmo assim, heroicamente, luta contra as suas más inclinações e se esforça por levar uma vida reta e agradável aos olhos de Deus, então é deste que é o Reino dos Céus. E estes, como as prostitutas arrependidas, preceder-nos-ão no Reino. Outro sentido às Escrituras Sagradas não pode ser atribuído levianamente. Tachar a Verdade de “homofóbica” não a torna menos premente.

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Julgamento da Dra. Rozangela Justino: Resultado http://blog.veritatis.com.br/index.php/2009/08/01/julgamento-da-dra-rozangela-justino-resultado/ http://blog.veritatis.com.br/index.php/2009/08/01/julgamento-da-dra-rozangela-justino-resultado/#comments Sun, 02 Aug 2009 02:28:43 +0000 Taiguara Fernandes http://blog.veritatis.com.br/?p=811 A Dra. Rozangela Justino, a favor da qual o Veritatis se manifestou, foi julgada ontem (31/07). Ela estava sujeita a suspensão de seu exercício profissional e até a cassação de seu registro; no entanto, a pena foi apenas de censura pública. Menos mal do que o esperado pela Gaystapo, mas ainda assim injusto. Rezemos pelo nosso Brasil, que cada dia mais se dobra perante as exigências da Revolução Anticristã!

Transcrevo abaixo o artigo do Jorge Ferraz a respeito, publicado no Deus lo vult!:

Censura Pública

Acabei de saber o resultado do julgamento da psicóloga Rozangela Justino pelo Conselho Federal de Psicologia. A profissional é acusada de oferecer serviços para pacientes que desejem se libertar do homossexualismo. Dentre as últimas notícias disponíveis no site do CFP não existe nada sobre o assunto até o momento, mas O Globo noticiou que a psicóloga foi punida com censura pública.

Foi pouco? O Globo diz que “[a] psicóloga estava sujeita à suspensão do exercício profissional por 30 dias ou, até mesmo, à cassação do registro”. Saiu uma extensa reportagem no Diário de Pernambuco hoje sobre o tema, onde um dos denunciantes da dra. Justino dizia ter “receio de que se repita uma penalidade tão branda [a censura pública já havia sido imposta à psicóloga pelo Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro em 2007] para uma postura gravíssima, que é fomentar, por meio de um ofício de grande importância, esse tipo de filosofia, de que a homossexualidade é uma doença”. Pois bem, os receios dele se concretizaram.

Mas não é surpresa; o próprio Portal Gay da UOL já havia dito antes que o mais provável seria mesmo a censura pública. “Antes de Rozângela, quatro processos semelhantes já chegaram às mãos dos conselheiros federais. Dois foram declarados nulos, um terminou arquivado e outro resultou em censura pública”. Se a ordem cronológica deles foi esta, é preocupante: percebe-se uma nítida gradação. Parece que não vai demorar para a Gaystapo conseguir proibir os psicólogos de tratarem os homossexuais, por mais que estes o desejem – vale lembrar que estamos falando de pacientes que procuram voluntariamente o profissional e se submetem ao tratamento por livre e espontânea vontade. No entanto, graças a Deus, ainda não foi desta vez.

P.S.: Vejam também uma reportagem mais extensa sobre o resultado do julgamento no site da Terra.

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Abaixo-assinado em apoio à Dra. Rozangela Justino http://blog.veritatis.com.br/index.php/2009/07/26/abaixo-assinado-em-apoio-a-dra-rozangela-justino/ http://blog.veritatis.com.br/index.php/2009/07/26/abaixo-assinado-em-apoio-a-dra-rozangela-justino/#comments Sun, 26 Jul 2009 19:35:26 +0000 Taiguara Fernandes http://blog.veritatis.com.br/?p=787 O gayzismo não se cansa de lançar seus tentáculos sobre nossa nação brasileira. Os ativistas gays, sob os auspícios do Governo Lula e demais esquerdistas revolucionários – que hoje, infelizmente, dominam a nossa política -, tem se esforçado por cercear a liberdade de expressão legítima daqueles que não cedem em suas convicções a respeito do caráter anti-natural das práticas homossexuais, que não podem ser institucionalizadas em uma sociedade alicerçada na Lei de Deus e na Lei Natural. O PLC 122/06, a Lei da Mordaça Gay, ainda não foi completamente aprovada, mas os gayzistas já lançam bases para seu almejado totalitarismo e controle das mentes brasileiras; em um artigo nosso publicado no En Garde! já demonstramos porque o Governo Federal não nos pode impor a Lei da Mordaça Gay sem violar a Constituição da República.

A psicóloga Dra. Rozangela Justino desenvolve um magnífico trabalho de ajuda e apoio àquelas pessoas que possuem tendências homossexuais e buscam sinceramente a cura para este seu vício. O trabalho da Doutora tem mostrado – ao contrário do que nos querem fazer acreditar os gayzistas e inimigos da Família brasileira – que as tendências homossexuais não são naturais, inatas, ninguém nasce com elas, e não são irreversíveis, como se já fizessem parte da própria pessoa. Ao contrário, são tendência adquiridas e que podem sre curadas. O trabalho da Doutora Rozangela Justino pode ser posto ao lado do maravilhoso trabalho desenvolvido pelo Dr. Gerard van den Aardweg.

Mas o que fizeram os gaysistas? Estão perseguindo a Dra. Rozangela e querem lhe cassar o direito de exercer sua profissão. É esta a liberdade que os gayzistas querem, é essa a tolerância exigem.

O Veritatis Splendor pretsa seu apoio à Dra. Rozangela Justino e lhe dá sinceras felicitações pelo trabalho desenvolvido. Coragem, Dra. Rozangela! Há dois mil anos um Homem foi perseguido e crucificado pela Verdade – sejamos como ele!

Aqui segue o link para um abaixo-assinado em favor da Dra. Rozangela Justino. Assinem e divulguem! O seu julgamento será no próximo 31 de Julho. Ajudemos esta nossa valorosa irmã, por amor à nação brasileira e à Lei de Deus, que os gayzistas e esquerdistas insistem em ameaçar!

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Gaystapo agora vira suas baterias contra o Opus Dei http://blog.veritatis.com.br/index.php/2009/06/27/gaystapo-agora-vira-suas-baterias-contra-o-opus-dei/ http://blog.veritatis.com.br/index.php/2009/06/27/gaystapo-agora-vira-suas-baterias-contra-o-opus-dei/#comments Sat, 27 Jun 2009 14:11:12 +0000 Marcio Antonio Campos http://blog.veritatis.com.br/?p=621 Entre os jornalistas não há quem não conheça o site Observatório da Imprensa. Alguns idolatram aquela turminha, que na verdade não passa de um bando de esquerdistas que fica “urubusservando” os jornais e exercendo aquela curiosíssima “tolerância” típica das esquerdas: pau em quem pensa diferente (isso pode ser comprovado por um amplo espectro de pessoas, desde os antigrevistas da USP até os milhões de mortos pelos regimes comunistas).

Especialmente o chefão do Observatório, Alberto Dines, é obcecado em relação ao Opus Dei, dizendo em mais de uma ocasião que a Obra “domina” as redações brasileiras. O que é curioso, porque a grande imprensa brasileira é um tanto anticatólica, fato que não condiz com a infiltração que Dines acusa. Aliás, Diogo Mainardi uma vez pediu a Dines a lista de jornalistas brasileiros vinculados ao Opus Dei, e até hoje estamos ouvindo o som de grilos. Dines, covarde, correu do desafio alegando que não era de ficar delatando pessoas. Ah, conta outra.

Pois bem, no dia 23 o Observatório publicou um texto de Leandro Colling chamado Opus Dei ataca homossexuais e os jornais dizem amém, mais uma tentativa da Gaystapo para calar quem pensa diferente dos esquerdistas e gayzistas. Qual é o problema, para Colling? Há algumas semanas, o professor Carlos Alberto di Franco publicou o artigo Totalitarismo e intolerância, expondo aquilo que a gente, na verdade, já sabe: a tentativa do governo federal de empurrar goela abaixo dos brasileiros a aceitação de um comportamento antinatural.

Pois bem, o tal Leandro Colling teve um piti e, depois de ser ignorado por alguns dos jornais que publicaram o texto de Di Franco (o Estadão publicou a reclamação de Colling na internet; a Gazeta do Povo publicou um artigo de Toni Reis, líder dos GLBT e outras letras assemelhadas), resolveu publicar o ataque no Observatório.

O texto de Colling é de uma torpeza impressionante. Apela para informações pessoais sobre Di Franco, como o fato de ele ser numerário do Opus Dei. Praticamente exige que os jornais ressaltassem esse fato ao publicar os artigos do professor. Fala de celibato e cilício, coisas que absolutamente não têm nada a ver nem com o artigo de Di Franco, nem com sua qualificação profissional (que é o que lhe habilita a escrever artigos na imprensa, e não o fato de ser numerário). Carl Sagan já dizia que o ataque ad hominem é um dos jeitos de mascarar pobreza de argumentos. Lendo o texto de Colling, vemos como o falecido astrônomo norte-americano tinha razão.

E lendo os comentários dá para perceber também aquela “tolerância” da qual eu falei no começo deste post. Os poucos que demonstram alguma sensatez são malhados pelos outros comentaristas, que falam da Universidade de Navarra, mas ignoram que um levantamento do anticlerical El País mostrou que essa é a melhor universidade da Espanha.

O mais curioso é que eu tenho aquela leve impressão de que nem passaria pela cabeça dos “tolerantes” do Observatório da Imprensa dar ao Opus Dei uma chance de se defender, caso a prelazia o solicitasse…

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Nem os desenhos da Disney escapam da Gaystapo http://blog.veritatis.com.br/index.php/2009/06/24/nem-os-desenhos-da-disney-escapam-da-gaystapo/ http://blog.veritatis.com.br/index.php/2009/06/24/nem-os-desenhos-da-disney-escapam-da-gaystapo/#comments Wed, 24 Jun 2009 22:14:39 +0000 Rafael Vitola Brodbeck http://blog.veritatis.com.br/?p=602 O site norte-americano LifeNews anunciou. E nós repassamos aqui.

A patrulha ideológica dos que querem, a todo custo, impor a ditadura gay sobre a sociedade cristã e natural não poupa nem os desenhos animados da Disney. Agora pesquisadores da Universidade de Michigan – que não devem ter lá muito o que fazer, pelo jeito – concluíram que essas tradicionais diversões infantis são homofóbicas.

Sim, tão “brilhante” pesquisa diz que os desenhos só mostram casais heterossexuais. A Bela e a Fera, em que a fera é um homem e a bela uma moça. A Bela Adormecida, acordada por um príncipe. Branca de Neve e os Sete Anões, que é salva por um príncipe também. A Pequena Sereia, história de amor envolvendo também um homem e uma mulher.
Bela Adormecida - A princesa aurora é despertada pelo príncipe. Querem os gayzistas colocar uma princesa acordando outra com um beijo na boca? Ou um bigodudo dormindo enquanto o príncipe chega? Ou uma drag queen adormecida?
Bela Adormecida — A princesa Aurora é despertada pelo príncipe.

Querem os gayzistas colocar uma princesa acordando outra com um beijo na boca? Ou um bigodudo dormindo enquanto o príncipe chega? Ou uma drag queen adormecida?

Ora, se é casal, só pode ser heterossexual. Dois homens ou duas mulheres não são um casal. Se querem praticar a pederastia, são, no máximo, um parzinho.

Os desenhos, daqui a pouco, serão proibidos de ensinar os valores corretos, que só pai e mãe fazem um filho. Os impostores da ditadura pró-homossexualismo insistem em mudar a realidade, em torcer a natureza, para fazer valer sua ideologia. Para eles, os desenhos deveriam mostrar parzinhos gays se amando.

Só falta que A Dama e o Vagabundo sofra um remake, e mostrem, então, duas cadelas (ou dois cachorros machos) se beijando no focinho enquanto chupam um fio de macarrão…

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Dois motivos simples pelos quais o governo não pode me impor a “mordaça gay” http://blog.veritatis.com.br/index.php/2009/06/18/dois-motivos-simples-pelos-quais-o-governo-nao-pode-me-impor-a-mordaca-gay/ http://blog.veritatis.com.br/index.php/2009/06/18/dois-motivos-simples-pelos-quais-o-governo-nao-pode-me-impor-a-mordaca-gay/#comments Thu, 18 Jun 2009 20:32:30 +0000 Taiguara Fernandes http://blog.veritatis.com.br/?p=517 Publicado em: En Garde!

e adequado para esses tempos de ressaca da Parada Gay.

O primeiro motivo é a minha opinião política. Sou adepto do Conservadorismo, este conjunto de sentimentos, esta maneira de ver o mundo e compreender a ordem social segundo um tradição constante, visão que integralmente impregna tanto a vida privada quanto a vida pública e a ação política dos ditos “conservadores”.

Ora, segundo o grande teórico do Conservadorismo Russell Kirk, no seu Dez Princípios Conservadores, o conservador acredita na natureza humana, em princípios morais sólidos, fundamentados na tradição de nossa civilização, uma ordem moral que herdamos de nossos antepassados e sobre a qual construímos o nosso presente, tendo em vista o futuro, o conservador crê no valor da tradição, dos costumes, e sobre este alicerce firme assenta sua opinião política, desejosa sempre da ordem social e do bem comum.

No dizer de Russel Kirk:

Primeiramente, o conservador acredita que existe uma ordem moral duradoura. Que a ordem está feita para o homem, e o homem é feito para ela: a natureza humana é uma constante, e as verdades morais são permanentes. [...] O problema da ordem tem sido uma preocupação central dos conservadores desde que o termo conservador passou a fazer parte da política.

Nosso mundo do século vinte experimentou as consequências hediondas do colapso da crença em uma ordem moral. Como as atrocidades e os desastres da Grécia no quinto século antes de Cristo, a ruína de grandes nações em nosso século mostra-nos o poço em que caem as sociedades que se enredam em ardilosos interesses próprios, ou engenhosos controles sociais, como alternativas mais palatáveis a uma antiquada ordem moral. [...]

Uma sociedade em que os homens e as mulheres são governados pela opinião em uma ordem moral perene, por um sentido forte de certo e errado, por convicções pessoais sobre a justiça e a honra, será uma boa sociedade — não importa a maquinaria política que utilize; quando uma sociedade em que os homens e as mulheres estão moralmente à deriva, ignorantes das normas, e movidos primariamente pela satisfação dos apetites, será uma má sociedade — não importando quantas pessoas votem ou quão liberal seja sua constituição.

Segundo, o conservador adere ao costume, à convenção, e à continuidade. São os princípios antigos que permitem que as pessoas vivam juntas pacificamente. Os demolidores dos costumes destroem mais do que sabem ou desejam. [...] Continuidade é o agregado dos meios de se ligar uma geração à outra, e ela importa tanto para a sociedade quanto para o indivíduo. Sem ela, a vida é sem sentido.

Conservadores são campeões dos costumes, convenção e continuidade, porque eles preferem o diabo que conhecem do que aquele que não. Ordem, justiça e liberdade, eles acreditam, são produtos artificiais de uma longa experiência social, o resultado de séculos de tentativas, reflexão e sacrifício.

Crendo, portanto, no valor da moralidade, dos bons costumes, na solidez duma ordem moral bem constituída e fundamentada sobre a tradição e sobre a natureza humana, o conservador não pode admitir a legimitação pelo Estado, pela sociedade ou pelos indivíduos de um comportamento antinatural como o é a prática do homossexualismo e o ativismo gay, ameaçadores da família (célula mater da sociedade e de defesa obrigatória a um conservador – e a qualquer homem) e dos bons costumes.

O conservador não pode legitimar o que é inaceitavelmente antinatural como se fosse naturalmente aceitável. Isso trairia sua opinião política.

Adepto que sou do Conservadorismo, não posso, pois, concordar com o homossexualismo. E se o governo quiser me impedir de falar contra o homossexualismo e o ativismo gay, terá de violar a minha liberdade de convicção política, garantida pela Constituição Federal no artigo 5º, inciso VIII.

O segundo motivo é que sou católico. E como católico, sou adepto e defensor dos princípios morais fundamentais da minha religião. Creio que a Moral Católica é o melhor que há para o desenvolvimento das virtudes, para uma vida digna e para a constituição de uma ordem moral e social justa e certa. Creio piamente nos preceitos morais da Santa Madre Igreja.

Ora, a Moral da Igreja me obriga a defender a família. A família é um valor e uma instituição inegociável. É tão inegociável quanto a própria alma.

A Igreja me ensina que

Ao criar o homem e a mulher, Deus instituiu a família humana e dotou-a de sua constituição fundamental (Catecismo da Igreja Católica, n.2203).

A família é a célula originária da vida social. é a sociedade natural na qual o homem e a mulher são chamados ao dom de si no amor e no dom da vida (n. 2207).

A família deve ser ajudada e defendida pelas medidas sociais apropriadas (n.2209).

A importância da família para a vida e o bem-estar da sociedade acarreta uma responsabilidade particular desta última no apoio e no fortalecimento do casamento e da família. Que o poder civil considere como dever grave reconhecer e proteger a verdadeira natureza do casamento e da família, defender a moralidade pública e favorecer a prosperidade dos lares (n.2210).

A Constituição Federal faz eco a estes sólidos princípios morais, afirmando que

A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado (art.226).

A mesma Santa Madre Igreja que me ensina o valor da família e me incumbe do dever moral de defendê-la ensina-me também que

Apoiando-se na Sagrada Escritura, que apresenta o homossexualismo como depravações graves, a tradição sempre declarou que os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados. são contrários à lei natural. Fecham o ato sexual ao dom da vida. Não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira. Em caso algum podem ser aprovados (Catecismo, n.2357).

Ora, apegado que estou a estes princípios morais por pertencer a esta religião, estou também obrigado em consciência, isto é, tenho o dever moral de defender a família humana e de manifestar-me contrário ao homossexualismo, ao ativismo gay e a qualquer uma de suas exigências – a união civil de homossexuais e a adoção de crianças por duplas de homossexuais, o que frontalmente viola a constituição da família humana.

Se o governo quiser, pois, me impedir de falar em defesa da família humana e contra o homossexualismo, terá de fazê-lo violando a minha liberdade religiosa, que me é assegurada pela Constituição desta nação justamente sob a égide da “inviolabilidade”, no artigo 5º, incisos VI e VIII.

Portanto, o Projeto de Lei Complementar (PLC) 122/2006, os Projetos de Lei (PL) 6418/2005 e 5003-b/2001, a “Lei da Mordaça Gay” que o governo federal lulista quer enfiar garganta abaixo nos brasileiros, não podem ser enfiados na minha garganta sem que me sejam violadas as liberdades política e religiosa.

Se o governo quiser me impor a mordaça gay, terá de impô-la pisando na Constituição.

Se o Governo desejar, pois, criminalizar-me por falar contra o homossexualismo, terá de fazê-lo jogando no lixo as minhas liberdades de convicção política e religiosa.

Isso eu não posso aceitar sem protestar.

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Quem é contra o casamento gay não pode ser Miss Estados Unidos http://blog.veritatis.com.br/index.php/2009/04/22/quem-e-contra-o-casamento-gay-nao-pode-ser-miss-estados-unidos/ http://blog.veritatis.com.br/index.php/2009/04/22/quem-e-contra-o-casamento-gay-nao-pode-ser-miss-estados-unidos/#comments Wed, 22 Apr 2009 18:27:06 +0000 Marcio Antonio Campos http://blog.veritatis.com.br/?p=396 Saiu ontem na Folha Online que a miss Califórnia deixou de vencer o concurso de miss Estados Unidos por causa de sua posição contra o casamento gay. Reparem que o blogueiro Perez Hilton, jurado do concurso e autor da pergunta sobre a opinião da mocinha, não tem o menor pudor de afirmar que a opinião dela foi o motivo de a miss Califórnia ter ficado para trás: “Ela perdeu por causa desta resposta. Ela era definitivamente a favorita até então.”

Pois é, gente, é assim que a Gaystapo funciona: você pode ser de longe o mais qualificado para o emprego, prêmio, o que for que você esteja pleiteando, mas se você é contra o casamento gay, está fora.

Quer dizer, tem uma exceção. You know, I believe that marriage is between a man and a woman. Essa frase também foi dita na televisão. Só que por Barack Obama. E ele acabou ganhando a eleição. Como diz o pessoal do Creative Minority Report, Obama pode ser presidente dos Estados Unidos. Mas pelo jeito nunca poderia ser miss Estados Unidos…

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Um exemplo da “tolerância” da Gaystapo http://blog.veritatis.com.br/index.php/2009/04/04/um-exemplo-da-tolerancia-da-gaystapo/ http://blog.veritatis.com.br/index.php/2009/04/04/um-exemplo-da-tolerancia-da-gaystapo/#comments Sat, 04 Apr 2009 23:03:14 +0000 Marcio Antonio Campos http://blog.veritatis.com.br/?p=313 Fiquei sabendo agora que um grupo gayzista resolveu antecipar a malhação do Judas. Como o grupo é de Pernambuco, a escolha foi o arcebispo dom José Cardoso Sobrinho, pelos motivos que todos estamos cansados de saber.

Um tal Adriano Chaves, de outro grupo gay, pediu, vejam vocês, tolerância!

Somos filhos de Deus, nós que somos gays, lésbicas ou travestis. A sociedade precisa nos respeitar.

Engraçado que respeitar o arcebispo ninguém precisa, não é?

O pior é que se alguém resolvesse fazer uma malhação de Judas usando algum integrante da Gaystapo, muito provavelmente isso seria classificado de homofobia e os responsáveis estariam na cadeia. A Gaystapo quer tolerância, mas não é tolerante. A Gaystapo queima fotos do Papa Bento XVI quando o Santo Padre vem ao Brasil, mas ai de quem fizer qualquer coisa com a bandeira arco-íris. Isso é hipocrisia em estado puro.

Roguemos a Deus para que proteja sua Igreja e seus pastores, tão perseguidos nos dias de hoje.

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