Comentários sobre VS Blog - O seu canal de informação católica http://blog.veritatis.com.br VS Blog - O seu canal de informação católica Mon, 12 Apr 2010 14:29:43 -0300 http://wordpress.org/?v=2.8.4 hourly 1 Comentário sobre Ainda sobre o padre Fábio de Melo por Paulo http://blog.veritatis.com.br/index.php/2009/06/05/ainda-sobre-o-padre-fabio-de-melo/comment-page-2/#comment-4144 Paulo Mon, 12 Apr 2010 14:29:43 +0000 http://blog.veritatis.com.br/?p=566#comment-4144 A última do Pe Fábio de Melo é recomendar a leitura de Torres Queiruga aos fãs dele! Ele é adepto da Heresia Moderna mesmo, ao recomendar a leitura desse teólogo que não crê na Ressurreição real de Jesus reduzindo ela a uma "imaginação apostolica". A última do Pe Fábio de Melo é recomendar a leitura de Torres Queiruga aos fãs dele! Ele é adepto da Heresia Moderna mesmo, ao recomendar a leitura desse teólogo que não crê na Ressurreição real de Jesus reduzindo ela a uma “imaginação apostolica”.

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Comentário sobre Modéstia à Parte: Moral de Opinião por Leandro http://blog.veritatis.com.br/index.php/2010/04/08/moral-de-opiniao/comment-page-1/#comment-4132 Leandro Sat, 10 Apr 2010 13:29:25 +0000 http://blog.veritatis.com.br/?p=1851#comment-4132 Parabéns, Maite. Ótomos comentários; excelentes observações Parabéns, Maite.
Ótomos comentários; excelentes observações

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Comentário sobre Modéstia à Parte: Moral de Opinião por Ana Maria Nunes http://blog.veritatis.com.br/index.php/2010/04/08/moral-de-opiniao/comment-page-1/#comment-4130 Ana Maria Nunes Sat, 10 Apr 2010 02:39:13 +0000 http://blog.veritatis.com.br/?p=1851#comment-4130 Acho engraçado esse povo, quer dar moral apelando. N pode isso, n pode aquilo e em suas casas, como é? Pq vida virtual perfeita todo mundo pode ter. Sei de gente que esbraveja contra calça, contra mulher trabalhar n é que a marionete usa calça e trabalha? Há na net mulheres recatadas, vestidas com lindas saias, vestidos e botas... coloca banca que mulher n pode trabalhar..PQ ESSAS MULHERES USAM A NET se lugar de mulher é na cozinha? VIAJAM POR AI espalhando isso pode e isso n pode, tão fazendo o que viajando se lugar de mulher é na cozinha? Vem cá, se essa gente n pode trabalhar pq é mulher, vive do quê, solteiras e encalhadas? Pq são essas que mais falam, mas será que vive o que fala? ***************************** Quem n tem empregada, lava quintal de saia ou vestido e salto alto? Aliás, SUA empregada usa saia ou vestido? Pq vc dá emprego para uma mulher, se lugar de mulher é na cozinha. Gente louca! Ninguém muda a maneira de vestir do dia para noite. Sem contar que custa caro vestido e saia. Acho engraçado esse povo, quer dar moral apelando. N pode isso, n pode aquilo e em suas casas, como é? Pq vida virtual perfeita todo mundo pode ter.

Sei de gente que esbraveja contra calça, contra mulher trabalhar n é que a marionete usa calça e trabalha?
Há na net mulheres recatadas, vestidas com lindas saias, vestidos e botas… coloca banca que mulher n pode trabalhar..PQ ESSAS MULHERES USAM A NET se lugar de mulher é na cozinha?
VIAJAM POR AI espalhando isso pode e isso n pode, tão fazendo o que viajando se lugar de mulher é na cozinha?

Vem cá, se essa gente n pode trabalhar pq é mulher, vive do quê, solteiras e encalhadas? Pq são essas que mais falam, mas será que vive o que fala?

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Quem n tem empregada, lava quintal de saia ou vestido e salto alto? Aliás, SUA empregada usa saia ou vestido? Pq vc dá emprego para uma mulher, se lugar de mulher é na cozinha.

Gente louca! Ninguém muda a maneira de vestir do dia para noite. Sem contar que custa caro vestido e saia.

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Comentário sobre Modéstia à Parte: Moral de Opinião por Maite Tosta http://blog.veritatis.com.br/index.php/2010/04/08/moral-de-opiniao/comment-page-1/#comment-4128 Maite Tosta Sat, 10 Apr 2010 01:12:05 +0000 http://blog.veritatis.com.br/?p=1851#comment-4128 Para Matheus: Se eu posso usar textos de outros, mais ainda posso usar o meu, ou não? O retiro foi em 2008 sobre a evangelização pela internet, e a carta falava sobre apostolados leigos na internet EM GERAL, não sobre apostolados de moda em modéstia. O Cardeal leu a carta para abrir a sua fala, dizendo, de brincadeira, que a carta já tinha dito tudo o que ele pretendia dizer. Não vou entrar no jogo semântico. Apostolado leigo só deve aclarar as coisas, não deve criar nada de novo. Fico feliz, no entanto, com a extensão do seu comentário, pelo visto este blog tem pelo menos um leitor assíduo, fiel e atento. Para Matheus: Se eu posso usar textos de outros, mais ainda posso usar o meu, ou não? O retiro foi em 2008 sobre a evangelização pela internet, e a carta falava sobre apostolados leigos na internet EM GERAL, não sobre apostolados de moda em modéstia. O Cardeal leu a carta para abrir a sua fala, dizendo, de brincadeira, que a carta já tinha dito tudo o que ele pretendia dizer.
Não vou entrar no jogo semântico. Apostolado leigo só deve aclarar as coisas, não deve criar nada de novo.
Fico feliz, no entanto, com a extensão do seu comentário, pelo visto este blog tem pelo menos um leitor assíduo, fiel e atento.

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Comentário sobre Modéstia à Parte: Moral de Opinião por Maite http://blog.veritatis.com.br/index.php/2010/04/08/moral-de-opiniao/comment-page-1/#comment-4127 Maite Sat, 10 Apr 2010 00:39:08 +0000 http://blog.veritatis.com.br/?p=1851#comment-4127 Para Michele Oliveira: Se a senhora tem qualquer coisa contra o apostolado Femina, vá até aquele blog e, nos comentários, dirija-se à sua autora. O que a senhora chama de ressentimento, eu chamo de discordância, o que é um direito de todos nós. Para Michele Oliveira:

Se a senhora tem qualquer coisa contra o apostolado Femina, vá até aquele blog e, nos comentários, dirija-se à sua autora.
O que a senhora chama de ressentimento, eu chamo de discordância, o que é um direito de todos nós.

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Comentário sobre Como foi a I Tarde de Formação para Senhoritas, em Itaqui por LARISSA RIBEIRO http://blog.veritatis.com.br/index.php/2010/03/04/como-foi-a-i-tarde-de-formacao-para-senhoritas-em-itaqui/comment-page-1/#comment-4126 LARISSA RIBEIRO Sat, 10 Apr 2010 00:09:59 +0000 http://blog.veritatis.com.br/?p=1720#comment-4126 ameiiiiiii essa tardeeeeeeeeeeeeee! ameiiiiiii essa tardeeeeeeeeeeeeee!

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Comentário sobre Modéstia à Parte: Moral de Opinião por Mateus http://blog.veritatis.com.br/index.php/2010/04/08/moral-de-opiniao/comment-page-1/#comment-4125 Mateus Fri, 09 Apr 2010 22:35:39 +0000 http://blog.veritatis.com.br/?p=1851#comment-4125 Sra. Maite, 1. Citar uma carta que a sra. mesmo enviou para o cardeal não parece muito razoável e nem constitui um forte argumento para o seu texto. Seria interessante que a sra. citasse algo da resposta do mesmo cardeal sobre as suas preocupações (e de alguns poucos membros da comunidade católicos). 2. Ao que me consta estes apostolados sobre modéstia começaram a aparecer com mais força no ano passado, ou seja, 2009; a carta que a sra. enviou é de 2008. Se o cardeal respondeu alguma coisa, deve ter sido genericamente; ou a sra. enviou os links dos apostolados virtuais para que ele apreciasse os textos? ou, pelo contrário, fez uma carta com afirmações genéricas sobre problemas genéricos para que ele comentasse algo? 3. Ninguém nega que a legitimidade de ensinar seja do clero. Em nenhum dos apostolados virtuais sobre modéstia vi os autores negando tal verdade ou querendo sobrepor suas verdades às verdades da Fé Católica. Se a sra. puder me mostrar onde se encontram tais afirmações, agradeceria. 4. Num certo ponto do texto a sra. diz que o apostolado dos leigos deve limitar-se a explicar o magistério e não interpretá-los. Queria que a sra. comentasse estas afirmações que colocarei abaixo: Sr. Rafael Vitola diz: Sobre tatuagem: “Não há mal, EM SI, em ser tatuado. Em termos práticos: evite tatuagens feias, indiscretas, contrárias à religião; pondere bem sobre os motivos pelos quais o senhor irá fazer a tatuagem. Como um objeto neutro, a moralidade da tatuagem está na intenção, sobretudo.” Sobre namoro, beijos e abraços: “As relações sexuais estão excluídas desse período, dado que um casal não comprometido pelo Matrimônio não têm condições de criar os filhos que dessas relações nascerem. Outrossim, a união não é total ainda para que se unam os corpos. Por outro lado, conselhos concretos sobre "até onde ir" são complicados. A moral católica nem sempre tem respostas específicas para casos concretos. Daí que qualquer especificidade na questão não passa de mera opinião. Mesmo vindo do venerável sacerdote que é o Pe. Lodi, ardoroso combatente pró-vida, e muito fiel à Igreja e ao Papa, discordamos de sua opinião, no que temos direito, visto não ser o ponto definido pelo Magistério.” Maiôs, Biquinis: “Pois bem, caríssimo leitor, o senhor indaga acerca da licitude das roupas de banho. Certamente, em si, como todo objeto, não são más nem boas. Sua neutralidade importa em reconhecer um uso mau e mesmo algumas formas más em algumas delas (como um uso bom e formas boas em outras). Tudo passa pelo bom senso.” Calças Femininas: “Para resumir, a Igreja Católica permite, sim, à mulher usar calça comprida.” Sra. Aline Brodbeck diz: sobre modéstia: “É uma conclusão inevitável: certas roupas podem ser pudicas ou não conforme as circunstâncias, porém outras na maioria das vezes (ou na totalidade) são imodestas.” “Na praia não há mal em um biquíni, desde que saiba o tipo de biquíni. Prefiro maiô, mas depende do maiô também. Nas festas de casamento, na igreja uso um bolerinho, mas na festa não há mal em ficar de alcinhas, desde que outras partes do corpo estejam cobertas.” “ ...determinar se calça ou saia é um vestuário feminino escapa ao poder da Igreja, não é matéria de definição magisterial (nem poderia ser).” Sra. Maite Tosta diz: Sobre modéstia: “A lista da arquidiocese, em 1949, utiliza um conceito aberto (”decente”), QUE DEVE SER INTERPRETADO. Não é um manual de medidas – X polegadas abaixo dos cotovelos, X polegadas abaixo dos joelhos, etc etc.” “Sou totalmente a favor do cultivo da virtude da modéstia. Mas as expressões concretas dessa mesma virtude variam sim, de acordo com a cultura, com o ambiente, até com o biotipo da mulher.” Comentários rápidos: A sra. não deve gostar muito deste site chamado Veritatis Splendor, dado que a totalidade de seus membros interpretam a modéstia ao seu próprio gosto. Se cabe aos leigos somente explicar e não interpretar – apesar de que eu não entendo bem a sua distinção -, poderiam apenas trazer os textos do Magistério e comentá-los em cima de textos de padres, bispos, religiosos, etc, que tivessem falado do assunto. Um leigo nunca poderá se pronunciar sobre tema algum, pelo que a sra. mesma define. Mas, como explicar é sempre interpretar, de acordo com qualquer compêndio de lingüística, é impossível que qualquer ser humano explique sobre qualquer assunto sem interpretá-lo: pelas citações do Vitola, da Aline e da sra. mesma, a sra. poderá chegar a esta conclusão. O sr. Vitola dá aquelas definições sobre tatuagem e não cita um sacerdote sequer, muito menos quem dirá o Magistério! O que a sra. diz disso? As definições que ele dá sobre objetos e sua suposta neutralidade também não é uma explicação do Magistério, ele não cita nada mais uma vez! Depois, no quesito das calças, que crime!, ele diz que a Igreja PERMITE o uso das calças. De onde saiu isto, se a sra. mesmo e a sra. Aline vivem a dizer que este é um ponto que o Magistério nunca definiu, e nas palavras da mesma Aline “não é matéria de definição magisterial (nem poderia ser)”? Percebe a contradição entre o sr. Vitola e a sra. Aline? Parece que há uma interpretação em algum lugar; a sra. poderia me dizer qual dos dois andou interpretando o Magistério ao invés de explicá-lo? Ou a Igreja permitiu (e a sra. me envia o documento onda há está permissão) ou a Igreja nunca irá definir isto – e mesmo para esta afirmação categórica do que o Magistério irá definir ou deixar de definir a sra. deve me enviar um documento, pois do contrário também será uma interpretação dado que o Magistério não definiu tal coisa. Bem, para não me estender muito, peço para que a sra. me explique o que a sra. quis dizer com interpretar um texto que a arquidiocese, ou seja, a Hierarquia, escreveu. Ou podemos interpretar os textos ou não podemos. Fico por aqui e aguardo a sua resposta. Sra. Maite,
1. Citar uma carta que a sra. mesmo enviou para o cardeal não parece muito razoável e nem constitui um forte argumento para o seu texto. Seria interessante que a sra. citasse algo da resposta do mesmo cardeal sobre as suas preocupações (e de alguns poucos membros da comunidade católicos).
2. Ao que me consta estes apostolados sobre modéstia começaram a aparecer com mais força no ano passado, ou seja, 2009; a carta que a sra. enviou é de 2008. Se o cardeal respondeu alguma coisa, deve ter sido genericamente; ou a sra. enviou os links dos apostolados virtuais para que ele apreciasse os textos? ou, pelo contrário, fez uma carta com afirmações genéricas sobre problemas genéricos para que ele comentasse algo?
3. Ninguém nega que a legitimidade de ensinar seja do clero. Em nenhum dos apostolados virtuais sobre modéstia vi os autores negando tal verdade ou querendo sobrepor suas verdades às verdades da Fé Católica. Se a sra. puder me mostrar onde se encontram tais afirmações, agradeceria.
4. Num certo ponto do texto a sra. diz que o apostolado dos leigos deve limitar-se a explicar o magistério e não interpretá-los. Queria que a sra. comentasse estas afirmações que colocarei abaixo:
Sr. Rafael Vitola diz:
Sobre tatuagem: “Não há mal, EM SI, em ser tatuado. Em termos práticos: evite tatuagens feias, indiscretas, contrárias à religião; pondere bem sobre os motivos pelos quais o senhor irá fazer a tatuagem. Como um objeto neutro, a moralidade da tatuagem está na intenção, sobretudo.”
Sobre namoro, beijos e abraços: “As relações sexuais estão excluídas desse período, dado que um casal não comprometido pelo Matrimônio não têm condições de criar os filhos que dessas relações nascerem. Outrossim, a união não é total ainda para que se unam os corpos. Por outro lado, conselhos concretos sobre “até onde ir” são complicados. A moral católica nem sempre tem respostas específicas para casos concretos. Daí que qualquer especificidade na questão não passa de mera opinião. Mesmo vindo do venerável sacerdote que é o Pe. Lodi, ardoroso combatente pró-vida, e muito fiel à Igreja e ao Papa, discordamos de sua opinião, no que temos direito, visto não ser o ponto definido pelo Magistério.”
Maiôs, Biquinis: “Pois bem, caríssimo leitor, o senhor indaga acerca da licitude das roupas de banho. Certamente, em si, como todo objeto, não são más nem boas. Sua neutralidade importa em reconhecer um uso mau e mesmo algumas formas más em algumas delas (como um uso bom e formas boas em outras). Tudo passa pelo bom senso.”
Calças Femininas: “Para resumir, a Igreja Católica permite, sim, à mulher usar calça comprida.”
Sra. Aline Brodbeck diz:
sobre modéstia: “É uma conclusão inevitável: certas roupas podem ser pudicas ou não conforme as circunstâncias, porém outras na maioria das vezes (ou na totalidade) são imodestas.”
“Na praia não há mal em um biquíni, desde que saiba o tipo de biquíni. Prefiro maiô, mas depende do maiô também. Nas festas de casamento, na igreja uso um bolerinho, mas na festa não há mal em ficar de alcinhas, desde que outras partes do corpo estejam cobertas.”
“ …determinar se calça ou saia é um vestuário feminino escapa ao poder da Igreja, não é matéria de definição magisterial (nem poderia ser).”
Sra. Maite Tosta diz:
Sobre modéstia: “A lista da arquidiocese, em 1949, utiliza um conceito aberto (”decente”), QUE DEVE SER INTERPRETADO. Não é um manual de medidas – X polegadas abaixo dos cotovelos, X polegadas abaixo dos joelhos, etc etc.”
“Sou totalmente a favor do cultivo da virtude da modéstia. Mas as expressões concretas dessa mesma virtude variam sim, de acordo com a cultura, com o ambiente, até com o biotipo da mulher.”
Comentários rápidos: A sra. não deve gostar muito deste site chamado Veritatis Splendor, dado que a totalidade de seus membros interpretam a modéstia ao seu próprio gosto.
Se cabe aos leigos somente explicar e não interpretar – apesar de que eu não entendo bem a sua distinção -, poderiam apenas trazer os textos do Magistério e comentá-los em cima de textos de padres, bispos, religiosos, etc, que tivessem falado do assunto. Um leigo nunca poderá se pronunciar sobre tema algum, pelo que a sra. mesma define. Mas, como explicar é sempre interpretar, de acordo com qualquer compêndio de lingüística, é impossível que qualquer ser humano explique sobre qualquer assunto sem interpretá-lo: pelas citações do Vitola, da Aline e da sra. mesma, a sra. poderá chegar a esta conclusão.
O sr. Vitola dá aquelas definições sobre tatuagem e não cita um sacerdote sequer, muito menos quem dirá o Magistério! O que a sra. diz disso? As definições que ele dá sobre objetos e sua suposta neutralidade também não é uma explicação do Magistério, ele não cita nada mais uma vez! Depois, no quesito das calças, que crime!, ele diz que a Igreja PERMITE o uso das calças. De onde saiu isto, se a sra. mesmo e a sra. Aline vivem a dizer que este é um ponto que o Magistério nunca definiu, e nas palavras da mesma Aline “não é matéria de definição magisterial (nem poderia ser)”? Percebe a contradição entre o sr. Vitola e a sra. Aline? Parece que há uma interpretação em algum lugar; a sra. poderia me dizer qual dos dois andou interpretando o Magistério ao invés de explicá-lo? Ou a Igreja permitiu (e a sra. me envia o documento onda há está permissão) ou a Igreja nunca irá definir isto – e mesmo para esta afirmação categórica do que o Magistério irá definir ou deixar de definir a sra. deve me enviar um documento, pois do contrário também será uma interpretação dado que o Magistério não definiu tal coisa.
Bem, para não me estender muito, peço para que a sra. me explique o que a sra. quis dizer com interpretar um texto que a arquidiocese, ou seja, a Hierarquia, escreveu. Ou podemos interpretar os textos ou não podemos.
Fico por aqui e aguardo a sua resposta.

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Comentário sobre Modéstia à Parte: Moral de Opinião por Sandra http://blog.veritatis.com.br/index.php/2010/04/08/moral-de-opiniao/comment-page-1/#comment-4124 Sandra Fri, 09 Apr 2010 22:05:28 +0000 http://blog.veritatis.com.br/?p=1851#comment-4124 Já dizia Karol Wojtyla em Amor e Responsabilidade: “Já que a roupa é considerada em relação ao problema do pudor e do impudor, talvez seria proveitoso considerar o seu papel funcional. Pois, assim como há certas situações objetivas, nas quais até a total nudez do corpo não é impudica, porque a função própria desta nudez não é provocar nenhuma reação a respeito da pessoa como objeto de uso, assim também com certeza há várias funçnoes das várias maneiras de vestir-se ligadas `a parcial ou total nudez do corpo, por ex., no trabalho físico, durante o calor, no banho, perante o médico. Tratando-se de qualificar moralmente a maneira de vestir-se, é preciso partir da variedade de funções, `as quais a roupa deve servir. Não deve considerar-se impudica a pessoa que usa determinada roupa, mesmo que apareça a nudez parcial, se realiza uma função objetiva. No entanto, seria impudico o uso de tal roupa for a de sua própria função, e assim também deve ser percebido. Por exemplo: não é contrário ao pudor tomar banho de maiô, mas sê-lo-ia usá-lo na rua ou na avenida.” Já dizia Karol Wojtyla em Amor e Responsabilidade:

“Já que a roupa é considerada em relação ao problema do pudor e do impudor, talvez seria proveitoso considerar o seu papel funcional. Pois, assim como há certas situações objetivas, nas quais até a total nudez do corpo não é impudica, porque a função própria desta nudez não é provocar nenhuma reação a respeito da pessoa como objeto de uso, assim também com certeza há várias funçnoes das várias maneiras de vestir-se ligadas `a parcial ou total nudez do corpo, por ex., no trabalho físico, durante o calor, no banho, perante o médico. Tratando-se de qualificar moralmente a maneira de vestir-se, é preciso partir da variedade de funções, `as quais a roupa deve servir. Não deve considerar-se impudica a pessoa que usa determinada roupa, mesmo que apareça a nudez parcial, se realiza uma função objetiva. No entanto, seria impudico o uso de tal roupa for a de sua própria função, e assim também deve ser percebido. Por exemplo: não é contrário ao pudor tomar banho de maiô, mas sê-lo-ia usá-lo na rua ou na avenida.”

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Comentário sobre Artigo do Bispo de Jequié em defesa do Papa por Thiago http://blog.veritatis.com.br/index.php/2010/04/09/artigo-do-bispo-de-jequie-em-defesa-do-papa/comment-page-1/#comment-4123 Thiago Fri, 09 Apr 2010 21:02:32 +0000 http://blog.veritatis.com.br/?p=1857#comment-4123 Viva Dom Cristiano... Um dos poucos que, pelo visto, se levanta contra a TL, Boff, Kung etc e se coloca em defesa incondicional do Santo Padre!! Viva Dom Cristiano… Um dos poucos que, pelo visto, se levanta contra a TL, Boff, Kung etc e se coloca em defesa incondicional do Santo Padre!!

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Comentário sobre Modéstia à Parte: Moral de Opinião por Alessandra http://blog.veritatis.com.br/index.php/2010/04/08/moral-de-opiniao/comment-page-1/#comment-4122 Alessandra Fri, 09 Apr 2010 20:51:28 +0000 http://blog.veritatis.com.br/?p=1851#comment-4122 Oi Maite, gostei do texto e o achei pertinente. Ao buscarmos a modéstia no vestir, não devemos fugir da nossa cultura. Portanto, a Igreja não faz nenhum dress code, pois dirige ao bom-senso, que nós mulheres, moças, mães de família, adolescente católicas devemos adotar ao nos vestir. E qto ao Femina, que a Michele falou, vejo o blog como inspiração, pois lá vemos roupas que são INSPIRAÇÂO para o vestir com modéstia. Ele não dita regras, pois a Igreja não as ditou. Quem quer se vestir de saião e blusão, que vá. Não vejo nenhum testemunho nisso. Mais parece uma falsa modéstia. Puritanismo. Se santa Gianna usou calças.... Ela sim, foi uma santa que soube utilizar-se da moda do seu tempo. Não faço apologia aos decotes, mini-saias, calças da gang, etc. Faço apologia ao bom-senso. Oi Maite, gostei do texto e o achei pertinente.
Ao buscarmos a modéstia no vestir, não devemos fugir da nossa cultura. Portanto, a Igreja não faz nenhum dress code, pois dirige ao bom-senso, que nós mulheres, moças, mães de família, adolescente católicas devemos adotar ao nos vestir.
E qto ao Femina, que a Michele falou, vejo o blog como inspiração, pois lá vemos roupas que são INSPIRAÇÂO para o vestir com modéstia. Ele não dita regras, pois a Igreja não as ditou.
Quem quer se vestir de saião e blusão, que vá.
Não vejo nenhum testemunho nisso. Mais parece uma falsa modéstia. Puritanismo.
Se santa Gianna usou calças…. Ela sim, foi uma santa que soube utilizar-se da moda do seu tempo.
Não faço apologia aos decotes, mini-saias, calças da gang, etc.
Faço apologia ao bom-senso.

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