O Ministério da Saúde adverte: pecar é o que importa.

2010 março 3
by Evelyn de Souza Mayer de Almeida

Sabemos que o Ministério da Saúde de nosso país tem o objetivo de incentivar ao pecado cada vez mais. Lançaram cartilhas para que os nosso adolescentes anotem com quantos “ficaram”, com quantos transaram; querem impor máquinas de camisinha nas escolas; investem pesadamente no uso dos anticoncepcionais; lutam ardorosamente na “descriminalização” do aborto.

Para o carnaval, então, imaginam que é a época em que o povo brasileiro está no cio: propagandas incentivando o uso da camisinha e da pílula do dia seguinte, como se fôssemos pular nus na avenida, ou então que para haver uma diversão sadia, faz-se necessário transar com todo mundo. Claro que eles não dizem isso. Tomam esta atitude como “precaução” para aqueles que decidirem transar, que o façam com “responsabilidade”, sem adquirir a AIDS nem engravidar (como se as duas coisas estivessem no mesmo patamar).

Contudo, o Ministério da Saúde resolveu “sair do armário”. Agora estão abertamente fazendo apologia ao homossexualismo com o pretexto de preocupar-se que os mesmos transem com responsabilidade.
As emissoras de televisão estão passando propagandas sobre este assunto. São dois rapazes que interpretam um par de homossexuais.
Um está do lado de fora do restaurante enquanto o outro o espera lá dentro. Ao receber a ligação do “namorado”, o rapaz sai do estabelecimento. Mas neste trajeto, o outro que está ao lado de fora “bate um papo cabeça” com a camisinha que está no seu bolso. Diz para ela que seu par é um gato e que terão responsabilidade na hora H. Quando o rapaz chega, dá um abraço apertado em seu parceiro.

Que romântico, não? O que os pais dirão aos seus filhos quando perguntarem se “aquilo” tá certo? Para mim, isso não passa de um totalitarismo, de uma ditadura imposta pelo governo petista de que temos que aceitar tudo quanto “é normal”. Passam, assim, por cima dos valores cristãos, familiares, éticos e morais. Mas pra eles não importa valores, a não ser que estes sejam monetários.

É certo que muitos dirão que sou preconceituosa por escrever estas linhas, irão me acusar de homofóbica (outra lei que o governo lulista quer impor como se os homossexuais não tivessem direitos adquiridos. Lei essa que é uma forma de nos fazer engolir o errado como certo, que quer nos dizer como devemos agir na educação dos nossos filhos, como devemos divulgar as Verdades Evangélicas) porém, pergunto-me se os mesmos que afirmarem isso não pararam em nenhum momento pra pensar que este tipo de atitude é imoral.

O mundo está a passos largos de destruir a família criada por Deus, constituida de pai, mãe e filhos. Hoje padronizam famílias como “pessoas que se querem bem”: pai, pai, filhos; mãe, mãe, filhos. Está muito mais prático a um par homossexual adotar um filho que um casal hetero. E por quê? Porque não pode haver “preconceitos”, mas sim, um lar que ofereça amor. Contudo, é fácil entender que “facilitam” justamente para mostrar às pessoas que acabou o tal “tabu” de família do passado, que aquilo que a Igreja ensinou há 21 séculos já não serve mais.

A que pé estamos? Querem tirar os símbolos religiosos dos Tribunais, fazem sambar mulheres nuas ao lado de imagens sacras, impõe a libertinagem sexual e agora explicitam isso em propagandas no horário nobre?! Não é isso uma ditadura do relativismo moral, onde tudo é permitido e tudo convém desde que se faça a vontade de todos assim na terra como nos céus? E a vontade de Deus que as famílias sejam conforme Ele estabeleceu e que o homem não se perca?

A vontade de Deus não interessa ao Ministério da Saúde. Para ele, o que importa, é o pecado. Certamente seus membros continuarão a estimular o relacionamento homossexual, o uso da camisinha e dos contraceptivos, o aborto, a destruição da moral e da ética, continuarão a estimular os homems de pouca fé (e atitude) a caminharem “felizes” para o inferno.

Quanto mais aumentarão a chaga do Coração Sagrado de Jesus?

6 Responses leave one →
  1. 2010 março 3
    Leonardo permalink

    Já viram o que passa na TV por cabo? Nem queiram. O homossexualismo reina e é imposto. Ideologia de gênero é imposição do bissexualismo para todos. A indústria do sexo não apenas recebeu os seus maiores investimentos da história, mas se infiltrou e até dominou outros setores como o da comunicação e o do turismo. Diversão e consumo, duas potências ou pilares atuais que exigem sexo livre. Isso dá muito dinheiro. Eles falam contra, mas o turismo não consegue viver sem explorar o sexo e o jovem mundano já exige esta vocação para o turismo. Bem, sexo livre traz consequências indesejadas. E aí entra o governo mercadista no mundo inteiro para abortar todos os riscos. É parte de seu pagamento às empresas alinhadas por seus altos investimentos. Lembrem-se que no liberalismo, o Estado não deixa de ser forte, mas cada vez mais se fortalece em prol do mercado que o adquire, assim como a própria democracia, através do caixa 2. Com isso vai moldando a cidadania e até o direito do consumidor à sua ideologia. Ninguém reclama, porque todos acreditam que consumir é prosperidade e conforto. O Estado liberal propaga a idéia de que o mercado equilibra tudo sozinho, exatamente, para não investir no social e em nada que não ofereça retorno ao mercado ou que queira limitá-lo, como a doutrina social da Igreja. Assim, o homossexualismo se enquadra perfeitamente no seu ideal: consome selvagemente o sexo, não produz filhos, mas adota filhos rejeitados e ainda evita a moral judaico-cristã que limita o impulso da carne e fulmina a falsa alegria explorada pela propaganda liberal. Nisso tudo a Igreja acaba sozinha, porque os marxistas aderiram ao mercado e sempre odiaram a moral cristã, os protestantes rejeitam o sofrimento e a co-redenção da doutrina católica e, por oposição, evocam a prosperidade como sinal de benção e os quase eternos revolucionários sempre alicerçaram (mesmo sem saber) sua rebeldia no impulso sexual que sonha ser totalmente desenfreado e, após se rebelerarem contra o pai e o Estado, fixam-se no combate à Igreja, por ser a representação maior do Deus que odeiam.

  2. 2010 março 3

    Parabéns pelo artigo!

    Realmente, estamos numa situação cada vez mais crítica. Que Deus nos dê fortaleza. Oremos.

  3. 2010 março 3
    Leandro permalink

    Eu tive a oportunidade de ver, pela internet, esse comercial simplesmente escandaloso.
    Fiquei chocado e sem reações durante alguns segundos.
    Já não há mais quaisquer disfarces. Esse governo está em flagrante guerra contra os mais elementares valores.
    Mais, dentre tantos escândalos, o que mais me dói é o escândalo do silêncio.
    O silêncio dos milhões de cristãos, de milhões de católicos que assistem essa verdadeira calamidade social e moral sem fazerem nada.

    A omissão de uma massa tão forte, tão numerosa é o que mais me enche de dor.
    No mais, esse podre governo já mostrou para que veio. Está na hora de começarmos a ”dar nomes aos bois”. Cabe a nós, principalmente aos leigos, ser o sal e a luz nesse reino tenebrosa da atual política.

    Mas a hora não é de lamentações, mas de ações. Não sendo possível mudar esse quadro desolador com as nossas parcas forças, com a graça de Deus o é.

    Parabéns, Evelyn, pelo texto.

  4. 2010 março 4
    Flavia Fernandes de Lima permalink

    O partido do PT tem influência diabólica. Alguém duvida? Analise.

  5. 2010 março 8
    Rodrigo permalink

    Excelente texto, Evelyn. Só tome cuidado com uma coisa: não podemos ser radicais só contra o PT. Basta analisarmos as campanhas de todos os partidos, de governos anteriores, para comprovar que é uma tendência, na qual o PT se destaca. O Carnaval é isso há décadas (talvez mais), e a camisinha está na pauta desde a década de 90 quando a AIDS estourou de vez no mundo, fruto também dessa problemática toda, muito bem ressaltada por você.

    Acho que não devemos combater apenas o PT (é o principal foco de combate da vez), mas esse tipo de mentalidade de forma geral. Lhe garanto absolutamente que, no ano vem, se for eleito algum presidente de outro partido, tudo continuará como está: o carnaval será o mesmo, as camisinhas serão distribuídas da mesma forma, e nenhum governante irá contra grupos minoritários (homossexuais, etc.) para não perder a popularidade. Se ele for contra isso, a mídia não deixará que seja eleito…

    Que Deus nos dê sua luz para iluminarmos as trevas desse mundo!

    Um abraço,

    Rodrigo

  6. 2010 março 10
    Leonardo permalink

    A impossibilidade do homem contemporâneo

    O homem desvirtuou sua natureza, seu corpo e se separou de sua dignidade (do caminho de sua plenitude). Como a sexualidade é algo intimamente ligado à visão, ao estímulo ou ao impulso desde os olhos, a propaganda e a libertinagem visuais (aparentemente passivas) já ferem terrivelmente a dignidade da motivação e do objetivo ligados à sexualidade. A moda feminina já virou mínima embalagem que junto leva a descabida propaganda sexual da mercadoria que embala. A própria mulher se faz de mercadoria devassada (como carne estirada ao sol do meio-dia) e depois quer virar cabeça do casal e dona de seu destino. É uma contradição suicida e agonizante. O comportamento da mulher molda o do homem e vice-versa. Mulheres masculinizadas, mesmo apenas na forma de pensar, como por exemplo, no modo de competir profissionalmente ou mesmo no ambiente familiar, geram homens bissexuais ou confusos na sua sexualidade e no seu papel de condutor masculino. A autoridade do pai foi trucidada culturalmente e, hoje, até a palavra “autoridade” já é odiada. Restou ao pai de ocasião apenas dois caminhos na mente pequena do mundo: ou ser pai apenas biológico de vários filhos com várias mulheres (que de algum modo entre as versões de auto-anulação feminina partiram para famílias mononucleares também por não se renderem à autoridade paternal, a qual também os pais não sabem mais exercer com equilíbrio, por falta de aprendizado e exemplo prático), ou ser bissexual com desvio à homossexualidade pela banalização cultural do estímulo meramente carnal que faz questão apenas da sensibilidade entre peles.

Deixe uma resposta

Note: You can use basic XHTML in your comments. Your email address will never be published.

Subscribe to this comment feed via RSS