As maravilhas de uma editora que se diz católica
É simplesmente incrível como a cada dia que passa os católicos que conhecem a doutrina, a moral e a disciplina oficiais da Igreja se surpreendem com as coisas que encontram nos locais em que tais coisas deveriam ser conservadas naturalmente, como “dever de ofício”…
1. Há algum tempo atrás, entrando na livraria Paulus de Brasília, um de nós passou a conversar com um rapaz que ali estava e o mesmo falou de um curso “muito bacana” de Psicologia que estava sendo ministrado gratuitamente na parte de baixo da Livraria. Quando ele afirmou que o curso “era muito bom”, foi impossível resistir lhe perguntar se o que o curso pregava “também era cristão”, ao que ele respondeu afirmativamente…
Porém, indagado se as explicações “estavam de acordo com o que a Igreja ensina”, ele acabou reconhecendo: “É cristão, mas algumas coisas de fato não estão de acordo com a Igreja, não… Mas o curso é muito bom”…
Ora, se assim é, então por que uma “Livraria Católica” patrocina um curso desses?
2. Agora, um outro assunto que, embora em princípio nada tenha a ver com o anterior, no fim tem tudo a ver…
A Editora Paulinas lançou um livro sobre Santo Agostinho para crianças… E realmente seria muito bom, se não possuísse a última página, que põe a perder todo o trabalho, uma vez que distorce por completo toda a mentalidade do Santo de Hipona:

Ora, esta pode ser a mera OPINIÃO PARTICULAR dos autores (Carmem Seib e Rodval Matias) ou até mesmo da Editora, que nos últimos anos vem nos “presenteando” com obras cada vez menos condizentes com o verdadeiro Catolicismo, como a duvidosa “Bíblia Sagrada Paulinas” que nada mais é que a reprodução autorizada da *péssima tradução* da “Nova Tradução na Linguagem de Hoje”, publicada pela Sociedade Bíblica do Brasil e Sociedades Bíblicas Unidas, ambas entidades declaradamente protestantes!
Voltando a Santo Agostinho, eis o seu verdadeiro pensamento sobre as demais religiões fora a católica:
“De fato, se as naturezas contrárias entre si fossem tantas quantas as vontades em conflito, não seriam apenas duas, mas muitas. Se alguém hesita entre ir ao teatro ou a uma reunião dos maniqueístas, eles logo bradam: ‘Eis as duas naturezas: a boa o traria aqui, a má o leva para lá. Como explicar de outro modo essa hesitação de duas vontades contraditórias’? Digo eu que ambas são más, tanto a que o arrasta para eles como a que o leva ao teatro. Mas eles só têm como vontade boa aquela que conduz para as suas reuniões. Que dizer? Supondo que um dos nossos (=católicos) tenha que decidir e hesite entre duas vontades contrárias, se há de ir ao teatro ou à nossa Igreja, não hesitarão os maniqueístas na resposta a dar? Pois ou confessarão o que não queres, isto é, que a vontade boa é que os conduz à nossa Igreja (como fazem aqueles que já foram iniciados nos mistérios) ou então julgarão que num só homem combatem duas almas e duas naturezas más. E, então, não será verdade o que afirmam, isto é, que há uma natureza boa e outra má. Ou nada lhes restará senão converter-se à verdade e cessar de negar que uma mesma alma possa, enquanto delibera, debater-se entre vontades diversas” (Confissões 8,10,23)
Se realmente Santo Agostinho achava que todas as religiões eram boas, para quê se dedicaria a escrever um livro realmente intitulado “Da Verdadeira Religião”? Aqui, escreve com todas as letras, de maneira mais clara que a luz do sol:
“É a religião cristã a que devemos abraçar; e a comunhão com a Igreja, a denominada católica, por ser universal. Assim é ela denominada não somente por seus fiéis, mas também por seus adversários. Queiram ou não, os próprios hereges e cismáticos, quando falam dela, não com os seus adeptos mas com os próprios estranhos, não denominam ‘católica, universal’ senão a Igreja católica” (7,21).
Com efeito, se todas as religiões são boas, como “atestam” de maneira deslavada os autores, por que Santo Agostinho afirma que devemos abraçar a religião cristã, mais especificamente a católica? E por que também tacha de “hereges” e “cismáticos” aqueles que não estão em comunhão com a Igreja Católica se devemos, segundo os autores, “ser amigos de todas as religiões”.
Não há dúvidas de que este “Agostinho” do livro da Paulinas não é o Agostinho histórico, homem verdadeiramente admirado por católicos, ortodoxos e até mesmo por protestantes… É, na melhor das hipóteses, uma personagem de “contos de fadas”, fictício, fora da realidade… descartável portanto!
Sigamos unidos em oração para que coisas como essas não contaminem as futuras gerações e que entidades que “se dizem” católicas assumam seu verdadeiro papel perante seus leitores católicos, afinal “quem dentre vós dará uma pedra a seu filho se este lhe pedir pão? E, se lhe pedir um peixe, dar-lhe-á uma serpente?” (Mateus 7,9-10).
Nabeto e Thadeu





É um absurdo.No nosso mundo atual, temos muitas heresias a enfrentar…uma delas é conforme diz uma santa religiosa que conheço, que “o ateísmo entrou dentro da nossa Igreja”.
Nessa mentalidade,tudo se relativiza,dizem que a Igreja deve aceitar tudo,que deve ser compassiva no sentido de não mais pregar a palavra da Verdade,mas aceitar as verdades de outros. Infelizmente,hoje temos que ter muita cautela sobre qual livro ler,de qual editora,de qual autor…Também já vi muitos absurdos nessas editoras.Bom encontrar mais um católico que se sente ofendido com tudo isso.
Nossa Senhora,roga por nós na construção de uma nova sociedade pautada na Verdade!
Paz e Bem!
Caríssimos,
Paz e Bem!
Obrigado pelo post, muito oportuno! Estendo, com a permissão dos senhores, a análise às livrarias, gravadoras e mídia em geral. É aceitável ver livrarias identificadas como católicas vendendo autores como Paulo Coelho e Ex-frei Beto? E gravadoras/cantores incluindo em seus discos músicas protestantes, sendo que a Igreja Católica nunca precisou das mesmas? Sem falar das demais mídias, como canais de TV, que arrecadam doações para patrocinar a evangelização, mas a programação é variada, incluindo mesas redondas sobre esporte, negócios, culinária e moda. Será que, se no lugar dum programa de esporte houvesse a apresentação de um filme sobre algum Santo de nossa Igreja, ao menos um telespectador seria tocado com aquele exemplo? Creio que sim!
Pedindo a Deus para não ter me excedido nos comentários, deixo meu abraço.
Emanuel Costa
Fiquei espantado com a “afirmação” desses autores “católicos”…
As vezes temos a impressão que de vivemos um Catolicismo subterrâneo, pois o relativismo com sua esposa a heresia ainda tem mandado convites para a festa do seu casamento quando nasceu a Teologia da Libertação, motivo pelo qual vemos esses desastres como mencionado no título da matéria.
A pergunta que não quer calar, é o que houve com ordens e instituíções que foram exemplos de santidade e ortodoxia honrando a memória de seus fundadores? a Editora Paulus (Pia Sociedade de São Paulo) já foi uma senhora divulgadora do Evangelho genuíno da Fé Católica, o único objetivo dela era na salvação das almas conforme sempre determinou seu fundador padre Tiago Alberione. Mas hoje ela se abriu para a heterodoxia da cultura diversificada, não é de admirar encontrar em suas praleteiras livros que exaltem as regiliões africanas, a natureza, ou até mesmo um guia prática de dietas para o verão.
As nossas orações devem ser para que a nova geração de padres, irmãs, religiosos e religosas de Bento XVI continuem o belíssimo trabalho do resgate da Tradição sob a hermenêutica da continuidade, pois os membros antigos da Igreja parecem que enlouqueceram, e a eles só nos cabe clamar pela Misericórdia divina.
É realmente triste. Outro dia entrei em uma loja de artigos católicos, dessas que vendem medalhas, imagens, novenas e outras coisas semelhantes. Qual não foi a minha indignada surpresa ao ver um chaveiro com o compasso da moçonaria! Ali, no balcão! Não resisti: chamei um dos vendedores, perguntei se ele sabia que aquele símbolo era maçônico, ao que respondeu que sim; então perguntei se eles na loja sabiam que a Igreja condenava há muito e de forma veemente a maçonaria, ao que respondeu também que sim, e ainda brindou com um “mas…” que me tirou todas as esperanças.
Oremos sem cessar.
Prezado Thadeu, Laudetur Dominus!
Seu estudo em conjunto com o prof. Nabeto é muito bom. É sempre bom mostrar qual é o verdadeiro pensamento de Sto. Agostinho que é o Padre mais deturpado por protestantes e anti-católicos em geral.
Mas acredito que não é preciso ir tão longe para denunciar a doutrinação modernista a que as Paulinas têm paulatinamente submetido tanto crianças como adultos. Ao entrar numa loja das Paulinas é facílimo, só pelas lombadas dos livros lá vendidos, constatar que o catolicismo passa longe dali. Nem mesmo a parte das imagens é bem servida (tente comprar uma imagem de São Tomás nas Paulinas).
Não custa lembrar que as Paulinas são uma entidade com fins lucrativos, e que talvez isto pese muito na hora de decidir que tipo de literatura vender lá.
Pax et Salutis
VNVR!
Pois é, Thadeu. Infelizmente parece que as boas editoras católicas estão escassas. Ou melhor, as verdadeiramente católicas, né? Afinal, têm-se denominado qualquer coisa como “católico” hoje em dia. Vá até a livraria da editora Vozes na Asa Norte(Brasília) e você verá muitas coisas piores do que na Paulus e na Paulinas. Não podemos esquecer de frisar o verdadeiro fundo desta controvérsia: a Teologia da Libertação. Parece que o que há de católico no mercado livreiro se resume aos adeptos desta heresia. E isso enfraquece a espiritualidade. De que adianta ter uma megastore cheia de livros new age, auto-ajuda e heterodoxias self-service? Acaso não seria preferível uma lojinha com verdadeiros livros católicos? Mas graças ao bom Deus ainda não se findaram as boas obras católicas. Temos a Quadrante, editora fundada por membros do Opus Dei, que publica sempre as melhores obras do catolicismo. A nós, resta ficarmos de olhos abertos para alertar os incautos e, acima de tudo, divulgar estas boas obras às pessoas de bem.
Em Cristo.
É lendo sua reflexão acima… Só vamos constatando que o mundo está cada vez mais se voltando de costas para os ensinamentos de Deus e da Igreja – ambos uma coisa só, já que o Espírito Santo a conduz. Realmente o sincretismo religioso, as “meias-verdades” são um mal que esfriam o coração dos homens e fazem adoecer sua alma… Isso não quer dizer que devamos cultivar a intolerância, mas também não achar que as coisas são tão simples assim, como quis dizer a oração dedicada às crianças, usando reflexões de um Santo austero e firme em sua fé e que tanto sofreu para alcançar, por fim, a Verdade, o seu Deus… A Paz de Cristo e o Amor de Maria!
Pois é. Pedro, tu és pedra e sobre esta pedra edificarei a MINHA IGREJA. Pra mim isto basta. Viva a Igreja Católica Apostólica Romana, única fundada por Jesus!
Li atentamente o artigo, onde se fala da Editora Paulus e Paulinas. E as acusações que se fazem às mesmas e a defesa do “verdadeiro” catolicismo. Também li os comentários. Deles extrai verdadeiras “perolas” de contradições.
Vejam essa conclusão:
“Não há dúvidas de que este “Agostinho” do livro da Paulinas não é o Agostinho histórico, homem verdadeiramente admirado por católicos, ortodoxos e até mesmo por protestantes… É, na melhor das hipóteses, uma personagem de “contos de fadas”, fictício, fora da realidade… descartável portanto!” –
Se ele é admirado até mesmo por protestantes…. será que não seria amigos das pessoas que professavam uma crença diferente da que Agostinho tinha como razão de seu viver e do seu ensinamento? Claro que ele era um homem convicto de sua fé e dos ensinamentos da Igreja e testemunhava isso. Quando estudamos seus escritos percebemos isso.
Agora julgar uma editora por isso – não vivendo Jesus, desculpe, é julgamento muito temerário nem Jesus faria isso. Acredito que as editoras tenham limites, mas não são tão mal intencionadas como esse senhor descreve.
Pergunto: O que vocês pensam então da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que nessa semana lançaram uma Campanha da Fraternidade ecumênica…..
Não frequento essas livrarias, porém, irei visitá-la só para ver se vocês tem razão. O que eu não acredito.
Tenho postado em sites católicos, e fico feliz com a lucidez e respeito deste, o contrário da maioria, no entanto acho que estamos apegando em coisas banais e me deculpem até anti-democráticas, se é que cabe esse termo aqui. Jesus fundou uma igreja e não uma religião e não denominou, nós católicos temos a certeza que é a nossa que ele fundou, entretanto há de que se respeitar as demais. As opiniões são diversas e por isso mesmo o respeito, mas com certeza ,das religiões cristãs, a católica é sim a única, mas como ficam os hindus, krysnas, budistas entre outras que foram fundadas antes de Jesus e não tiveram o ensinamento, uma jóia preciosa que sem ela o mundo seria muito pior. Tenho visto que a fé salva, adoraria se a minha fé fosse inabalável, mas não é , ainda bem porque acho que ela não é fundamental para a salvação visto ser um dom, tenho lido que os católicos devem ser profundos conhecedores de bulas e encíclicas papais, eu não acho, o que tenho certeza para ser um bom católico é conhecer o catecismo, rezar,praticar orações, rozário em casa com a família, caridade,entre tantas outras, mas bulas , não, e principalmente a conduta moral e ética que tanto Jesus nos pediu. Peço desculpas, mas esse é o meu pensamento e espero não ser agredido como fui em outros só por causa de comentários como esse, mas como viram, sou teimoso, insisto em Jesus. Obrigado.
Salve Maria!
É realmente uma lástima ver o Santo Nome da Igreja de Cristo ser usado para dar dignidade e autoridade à estabelecimentos que não dão a Ela, o valor que de fato e de direito Ela tem. Deus nos livre destas aberrações!
Faz algum tempo, lendo, se não me engano, a mesma Obra de Santo Agostinho, Confissões, citada àcima, recordo-me de ter lido algo tipo:
“eles (os não católicos) se arrogam o nome de igrejas, mas, na verdade, não passam de igrejolas”.
É uma pena não ter a fonte exata da citação para informar, mas, posso afirmar que é de Santo Agostinho e que de fato, este agostinho pregado pela dita editora, não é o mesmo Santo Agostinho que a Santa Igreja venera e nos manda venerar.
Rezemos pelo restabelecimento da fé católica que há muito está degradada.
Santo Agostinho, Doutor da Igreja, rogai por Nós!
Caro Cândido,também sou leitora assídua deste site.Gostaria apenas de comentar algo.Vivemos num mundo secularizado e relativista,onde nada é considerado absoluto,nenhuma verdade , nenhum dogma e nenhuma moral.Então isto “contamina” toda mentalidade atual desde os fins do século passado. Precisamos ficar atentos.Respeitar os outros e religiões alheias não significa necessariamente negar a nossa fé católica que tem dogmas e é baseada na moral e nos ensinamentos que acreditamos vir do próprio Deus.Se colocamos todas as religiões em pé de igualdade em matéria de moral e doutrina ,há algo errado e mostra que existe uma miopia espiritual pessoal .RESPEITAR OPÇÃO ALHEIA SIM ,MAS NEGAR A PRÓPRIA FÉ,NÃO.
Isto vem do livre pensamento .Ou se é católico de verdade ou se é caótico.Assim toda religião tem suas normas.Fazer um”sopão” religioso não leva a lugar nenhum,só aos caos e é isso que quer a nova ordem mundial e o governo oculto.Pense nisto.
Gostaria de dizer umas palavrinhas a: Candido, a Ivonete e a David:
Candido: realmente pra ser um bom católico até pouco tempo o essencial era isso q vc falou e não era necessario ler bulas, enciclicas e documentos pontificios. Ocorre q estamos vivendo um momento diferente, uma crise profetizada até na bíblia, uma fase tal que confunde de maneira demoníaca verdade e mentira a tal ponto que mesmo os bons católicos como vc, ainda q sem culpa, podem ser enganados e cooperar contra Deus (como o proprio s. Paulo fez c/ a melhor das intenções antes de conhecer intimamente a Cristo). Por isso hj torna-se necessário conhecer o que antes era apenas recomendado que se conhecesse, para que não nos tornemos manipuláveis inocentes úteis. E uma coisa que vc precisa saber é que fé é dom e resposta, não só dom, pois “sem fé é impossível agradar a Deus”. Se Deus te deu a semente da fé e o dom da inteligencia, junte-se aos que não se conformam com o mínimo em metéria de fé e mergulhe fundo pra restaurar a Igreja de Cristo.
Ivonete: faça isso, visite livrarias como Paulus e Vozes e constatará o que está sendo dito aqui (mas tenha em mente as palavras do Captare e verás que seus bem intencionados editores propagam verdades e mentiras, tão bem misturadinhas que realmente engole-se melhor que se fossem só mentiras.
David: Sim, devemos rezar pelos novos sacerdotes e religiosos mas eu me pergunto “Quem os formará?” Deus suscita as vocações mas se um vocacionado entra numa ordem decadente e heretizante, de duas uma: ou o vocacionado sairá pra ser fiel a Deus e a si mesmo, ou ficara e terá sua fé e vocação pulverizadas. Já os não-vocacionados por Deus podem ser atraidos por uma pregação distorcida e nela se fixar até a consagração ou ordenação, e então teremos mais um obreiro do inimigo com o titulo de padre, teólogo, irmã etc. Em suma, não creio que possam haver bons novos religiosos em ordens já impuras e corrompidas. Talvez devamos rezar a Deus não só por mais e novas vocações, mas por novas ordens que – ainda que inspirada em antigos santos e fundadores – possam não trazer dentro de si o fermento do relativismo, do modernismo, da heresia e serem verdadeiros espaços de formação espiritual e escola de pastores fieis ao Bom Pastor.
Angélica, eu não entendi nada porque foi exatamente o que eu disse, concordo em tudo que você esreveu. A paz de Cristo para você e sua família.
Teresa eu também vou escrever umas palavrinhas para você. Não pretendo jamais deixar de acreditar em Deus, mesmo com os acontecimentos que nos trazem dor. A fé é um dom, o que salva não é a fé, e sim os atos de quem passar por aqui. Quanto as bulas não é que eu não entenda somente, não quero mesmo saber de nenhum ensinamento que venham dos homens, ando plasificada no meu bolso com o sermão da montanha , leio todos os dias, Deus é de fato o meu porto seguro, sou católico porque a igreja católica não inventa nada, Deus é mistério e nós seus filhos nada sabemos.Obrigado e a paz de Cristo.