Vídeo oficial da Santa Sé ensinando a celebrar a forma extraordinária

2009 novembro 18
by Rafael Vitola Brodbeck

4 Responses leave one →
  1. 2009 novembro 18

    Muito bom, colocarei também no site da Paróquia

  2. 2009 novembro 19
    Bruno Ribeiro permalink

    Deo Gratias!

  3. 2009 novembro 20
    Augusto Primo permalink

    Um pedido e uma pergunta.

    Primeiro queria pedir perdão pelas vezes que comentei as matérias deste blog de forma desrespeitosa e debochada. Reconheço que fiz mal, pois estudando rapidamente as questões em que me meti aqui, dando opiniões próprias, acabei percebendo que estava errado. Desde as touradas até o caso da UNIBAN, com cara de tacho vi que falei besteira. Peço desculpas particularmente à Maitê, Rafael Vitola e ao Pedro Ravazzano, pela forma como me dirigi a vocês.

    Agora a pergunta: no rito extraordinário a Liturgia da Palavra é composta somente pela leitura do Evangelho, diferente do rito ordinário onde se lê uma passagem do Antigo Testamento, canta-se um Salmo, lê-se uma passagem do Novo Testamento e só depois o Evangelho?

    Obrigado.

  4. 2009 novembro 20
    João Marcos permalink

    Na boa, me arrepio com as orações feitas em latim. Num entendo bulhufas (algumas até conheço), mas é lindo demais.

    Agora, vamos as muitas impressões e dúvidas (desculpe-me se estou sendo um pouquinho espírito de porco em fazer tantas perguntas, mas é que to afim de aprender mesmo!):

    Vídeo 1

    Impressões:
    1) o ato penitencial me pareceu bem mais longo, o que achei interessante, pois deve permitir uma contrição maior.
    2) existem muitas semelhanças com o rito de Paulo VI (estranhei praticamente nada).

    Dúvidas:
    1) onde seria possível a entrada das músicas?
    2) que leitura é aquela feita entre o confiteor e o kyrie?
    3) a utilização do barrete é obrigatória?
    4) Na liturgia da palavra, me pareceu que foi feita apenas uma leitura, sem o salmo e sem a segunda: significa que esse é a sequência dos domingos, ou a sequencia de aleluias feitas é a de um salmo aleluiático?
    5) as vezes que o padre fica de costas para o altar, significa que ele está se dirigindo a assembléia?
    6) esse tipo de casula é ainda usual no rito de Paulo VI? (convenhamos que é bem mais arejada que a atual!)
    7) o que está no pulso esquerdo do padre? Uma estola?

    Video 2

    Impressões:

    1) achei curioso e estranho o fato de, ao fazer a oferta do pão, ele ser retirado da patena e colocado sobre o corporal.
    2) o início da liturgia eucarística é igualzinho ao que temos hoje.

    Perguntas:

    1) o que foi mantido no rito de Paulo VI em relação à oração do padre sobre as oferendas? Foi ampliado ou reduzido?

    Video 3

    Impressões:

    1) A oração eucarística está em baixa voz, diferente do que ocorre hoje.
    2) a consagração é feita totalmente calado.
    3) achei um pouco enfadonho a oração eucarística ser feita em baixa voz, não consegui acompanhar o que o padre fazia.

    Perguntas:

    1) Existia fórmula de oração eucarística em alta voz, com resposta da assembléia?
    2) Houve algum motivo para que a consagração deixasse de ser uma oração “secreta” para ser feita em alta voz?
    3) Geralmente não questiono gestos, mas qual o sentido de, no momento de elevaçãod a hóstia e do cálice, o acólito levantar a parte de traz da casula do padre?

    Video 4

    Impressões:

    1) volta com pai nosso em voz alta, e depois retorna as orações em baixa voz.
    2) achei excessivo a quantidade de orações feitas em baixa voz. Eu acabei me perdendo, não identificando onde estava. Nesse ponto, acho o rito novo bem melhor, me permitindo acompnhar o que está sendo feito.

    Perguntas:

    1) No pai nosso, poderia as pessoas rezarem junto com o padre?

    Video 5

    Impressões:

    1) a purificação é igual a do rito novo.
    2) prefiro a despedida do rito novo, com a fórmula mais extensa de bênção, unificada.

    Perguntas:

    1) O que é feito depois da bênção final?

    Comentário Final:

    Entre o rito novo e este, ambos bem celebrados, prefiro o novo, pois acho mais simples das pessoas acompanharem. Nisso, acho que as alterações do CVII foram boas. Por outro lado, este rito tradicional reflete mais sacralidade, que se perdeu um pouco com o rito novo.

    Enfim, no fim das contas, é lindo ver a riqueza da Igreja em sua liturgia.

    Té mais

    João Marcos

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