As modernas 30 moedas de prata
Agora é oficial, Gabriel Chalita é membro do Partido Socialista Brasileiro. A notícia foi confirmada pelo próprio no seu twitter. De acordo com ele, no PSB pode concretizar o sonho de uma ação política que “privilegie o ser humano”. Citou, inclusive, nomes como “Eduardo Campos, Luiza Erundina, Ciro Gomes” etc. De fato, nesse partido, de claro espectro ideológico esquerdista, o vereador poderá praticar seus “valores humanistas”.
Que Gabriel Chalita nunca foi um primor de metafísica todos nós sabemos. Ao contrário, tendia a uma visão romanceada e sentimentalista do mundo, reduzindo a realidade numa palestra de terapia motivacional. Quando tudo passa a ser causa e conseqüência da relação do homem consigo mesmo, fica claro o caráter hedonista da análise. Nesse ponto Chalita se assemelha, e muito, ao Pe. Fábio de Melo. Ambos têm a capacidade retórica de misturar doses cavalares de sentimentalismo com pitadas de academicismo. Resultado, textos e pronunciamentos pouco objetivos que dão abertura a absolutamente tudo. Na verdade, esse tipo de discurso reproduz com perfeição o espírito do politicamente correto; não podemos julgar, a verdade se encontra dentro de cada um, e outras baboseiras de gênero.
O PSDB não é, nem de longe, o baluarte da direita conservadora. O Partido da Social-Democracia surgiu em comunhão com todo o projeto ideológico dos partidos mais escancaradamente esquerdistas. Na prática, todas essas siglas eram frutos do marxismo-uspiano, pensado pelos intelectuais que discutiam sobre a revolução numa chique mesa de bar – alguém precisava trabalhar, e esse alguém era o proletariado. Entretanto, mesmo tendo uma essência concretamente socialista, o PSDB nunca foi uma bandeira tão intimamente ligada ao projeto gramsciano de poder, como o PT e partidos satélites.
Gabriel Chalita, um católico consciente, entra num partido de mãos dadas aos mais atrozes intentos da esquerda revolucionária. O vereador citou como grandes exemplos Ciro Gomes, abortista declarado, Luiza Erundina, responsável pela implementação do primeiro serviço de aborto no país, no Hospital Municipal de Jabaquara, em 1989, que tinha como objetivo interromper a gravidez mediante a apresentação de documentos oficiais, ainda requereu o desarquivamento do Projeto de Lei 4403/2004, da ex-deputada Jandira Feghali, que legaliza o aborto de anencéfalos. Dentro do PSB existem membros contrários ao aborto, mas vivem numa situação extremamente paradoxal. Como filiar-se a um partido que levanta as causas esquerdistas de clara conotação revolucionárias? Como defender corretamente a vida sob uma flâmula que abriga uma ala feminista radical na luta pela descriminalização do aborto? É esse o humanismo do Chalita? Para mim isso tem outro nome…
Ademais, não satisfeito em entrar carregado dentro do Partido Socialista Brasileiro, o vereador – e possível futuro senador, hein? – resolveu colocar o nome do Santo Padre Bento XVI no mesmo buraco. Disse ele que o Papa, na encíclica “Caritas in Veritate”, defendeu a “socialização da fraternidade”. Obviamente, esse é mais um termo do vocabulário a lá “Chalita-de-Melo” que tem a capacidade de sintetizar o subjetivismo. O que importa é que o autor da “Pedagogia do Amor” entendeu isso como o seu socialismo, “democrático, humanista”. Nem preciso perder muito tempo falando que o Vigário de Cristo passa longe de qualquer alusão ao projeto socialista de governo, já condenado pela Igreja, inclusive pontuando que é responsável pela “destruição do espírito humano.” (Para mais informações sobre a visão corrompida do documento papal leia) Ademais, só posso acreditar que para Chalita ser humanista é desumanizar a origem da vida, portanto defender o aborto, e ser democrático é dar as mãos aos inimigos, logo confabular com feministas e revolucionários.





Prezados,
Boa noite.
Nada de novo front…
Tudo previsivel dentro daquilo que se cria, trata e faz crescer na – digamos – abençoada Canção Nova.
Eitaaaa! Canção Nova!!!
Ser Canção Nova é boooooom demaissss!!! – Dizem os carsimáticos.
Vejam só a ligação direta de um circulo “ortodoxo”:
Comunidade Canção Nova que é do Monsenhor Jonas Abib que é amigo do Felipe de Aquino que é admirado por Fábio de Melo que é “parceiro” do socialista Chalita, que admira a Dilma que deu a palavra na missa carismatica da Canção Nova.
Tudo ( de ruim) começa com ela ( Canção Nova ) e termina nela.
É o circulo modernista.
Relativista.
E agora Socialista.
Por falar em Padre Fábio me lembrei de Joãozinho, o outro, Padre, que foi sacudido de maneira absoluta que nem consegue mais falar.
Escreveu no blog dele um tema inusitado: É tempo de calar.
Sei, sei…
Bom seria para ele se fosse tempo de reconhecer os erros, arrepender-se e rezar.
Voltando com o nobre vereador , o Chalita, agora socialista ( até rimou) alguem por aí tem dúvida que o propósito dele seria outro que não esse: Política e fama?
Acreditam que essa “turma” da Canção Nova tem principios ortodoxos de propagar doutrina católica?
Ou seria eu mais um “rad trad” impiedoso e fundamentalista que só vê nessa gente a intenção da busca pelo sucesso, poder e….moedas de prata.
O “papa” da Canção Nova, Felipe de Aquino, se faz de rogado.
Não comenta.
Não critica.
Nem elogia.
Diria…morno?
Parece marinheiro detalhista do Titanic que vê o barco afundando e e se preocupa com os talheres.
Chalita e Fabio de Melo ( oops, perdão: Rev. Padre Fábio de Melo) , que bela associação.
Dois carismáticos.
Dois amigos.
Dois filhos da CN.
Se é bem certo o ditado que diz: “Desse mato não sai coelho”, seria justo dizer que dessa RCC não sai um santo?
Olegário.
QUEM DERA QUE NESTE MUNDO HOUVESSEM MAIS PESSOAS HUMANAS E SENSÍVEIS COMO PADRE FÁBIO E GABRIEL CHALITA.
Quem dera neste mundo tivesse mais homens corajosos que não se vendem e são obedientes ao que propoe a Igreja de Cristo. Rejeito a todo custo qualquer humanidade e sensibilidade covarde.
De que adianta correr atras de fama, gloria, poder, dinheiro e perder o Reino; e o que é pior, não entro e ainda dificulto a entrada de outros.
Deus nos livre e guarde de tudo isso.
Todos nós somos humanos senhor Henrique, o que nós precisamos são de Santos.
E SER SANTO FÁBIO DE MELO E CHALITA NÃO SÃO! NEM AQUI NEM NA CHINA COMUNISTA
Todos nós somos humanos senhor Henrique, o que nós precisamos são de Santos.
E SER SANTO FÁBIO DE MELO E CHALITA NÃO SÃO! NEM AQUI NEM NA CHINA SOCIALISTA
O trabalho de evangelização da Canção Nova é admirável!
E demonstra isso pelos frutos que tem dado à Igreja, qualquer um que se negue a admitir isso, está ignorando a verdade. O reconhecimento pontifício da Canção Nova e o título de Monsenhor dado ao Padre Jonas são conseqüências desses frutos.
Botar o Prof. Felipe Aquino, que, junto do Pe. Paulo Ricardo, se esforça para transmitir ortodoxia na e pela Canção Nova, no mesmo saco do Chalita e do Pe. Fábio é uma atitude irresponsável.
Deveras é necessário uma atitude mais incisiva dos superiores desse pessoal. A falta de correção e advertência parecem ser notáveis. Quanto escândalo, numa hora que seria necessário falarmos de vitórias e conquistas dadas pela RCC (que admiro, em parte) mas que neste momento infelizmente vemos uma condescendência morna, ainda mais com a certa inércia da CNBB que, em vez de lutar pelo puro e simples Evangelho, parece cada vez mais ligada a politicagem.
Realmente, não se deve unir o prof. Felipe Aquino, um dos ótimos da CN, com Chalita e relativistas, mas creio que seria uma ótima hora dele se pronunciar em defesa da doutrina e moral católicas. Se com razão fala de temas anticatólicos, é uma boa hora de demonstrar o relativismo e modernismo desses falsos religiosos.
Que Deus nos livre disso tudo.
Sr. Rafael
Eu não coloquei o Prof. Felipe de Aquino ” no mesmo saco do pe Fabio e o Chalita”
Por favor, reveja meu texto.
Do prof. Felipe disse que ele não COMENTA absolutamente nada do que esta ocorrendo com os integrantes ( O Padre e o Politico) da Canção Nova , comunidade em que ele – Felipe de Aquino – tem papel relevante e destacado.
Não me tenha como irresponsável por isso.
Creio que o SILENCIO ou a OMISSÂO ante o pecado, nos faz sim ,cometer uma atitude irresponsável com a verdade.
Forte abraço.
Olegario.
É Chalita…misturou-se com cobras e acabou virando uma.