Sugestões para o padre viver mais intensamente o Ano Sacerdotal

2009 julho 22
by Rafael Vitola Brodbeck

O Papa Bento XVI, preocupado com a cena atual dos sacerdotes no mundo, convocou para 2009 um ano inteiro, dedicado a São João Batista Maria Vianney, o Cura d’Ars, para que os padres reflitam sobre seu sacerdócio, e nós, leigos, os apoiemos com orações e veneração. É, pois, neste sentido, que o Veritatis Splendor, maior site de apologética e catequese em língua portuguesa, gozando da amizade de inúmeros Bispos, apresenta um guia prático e breve de sugestões para que os padres brasileiros vivam mais intensamente o Ano Sacerdotal.

1. Padres, vivam a confissão e a estimulem em suas paróquias e igrejas. O povo está sedento de reconciliar-se com Deus. Não basta que atendam os fiéis quando eles pedem. É preciso estimulá-los à confissão sacramental. Falem disso nos sermões, estabeleçam horários diários para atendimento ao povo, “percam tempo” ouvindo confissões e absolvendo, usem a fórmula prescrita pelo Ritual da Penitência – sob pena de, adotando alguma outra, incorrer em um sacramento ilícito e, eventualmente, em um nulo –, vistam suas estolas roxas, e atendam o povo, com paciência e sábios conselhos. Não digam que o que é pecado, não é; nem que o que não é pecado, é: os senhores são servos da Igreja, não criadores de doutrina.

Lembrem-se de que o uso do confessionário é obrigatório. Diz o Código de Direito Canônico:

“Cân. 964 (…)

§ 3. Não se ouçam confissões fora do confessionário, a não ser por justa causa.”

É, pois, um direito do fiel, ser atendido no confessionário. Além disso, o confessionário confere aquele ar de sacralidade, que tão bem nos aproxima de Deus, e faz com que a igreja paroquial se ligue a todas as demais igrejas do mundo e à Igreja Universal, pela observância dos mesmos costumes. Enfim, o confessionário favorece, pela discrição e pela privacidade, aquela abertura de alma necessária a uma boa confissão. Se a Igreja manda, tem bons motivos. Senhor padre, não despreze a sabedoria da Igreja.

Afixem, nas igrejas, horários de confissão e, na hora marcada, sentem-se, devidamente paramentos, nos confessionários, à espera dos fiéis. Mesmo que, nos primeiros dias, ninguém os procure, fiquem por lá, à espera, quem sabe lendo um livro, rezando a Liturgia das Horas, meditando o Evangelho, desfiando as contas do rosário. Isso criará um bom hábito no senhor e nos seus paroquianos. Uma paróquia santa, com fiéis santos, se inicia pelo apostolado da confissão.

Leiamos o que diz um santo de nossos tempos, recentemente canonizado – contra o qual, por isso, não se poderá objetar que é “de antigamente”:

“Sentai-vos no confessionário todos os dias, ou pelo menos duas ou três vezes por semana, esperando ali as almas como o pescador espera os peixes. A princípio, talvez não venha ninguém. Levai o breviário, um livro de leitura espiritual ou alguma coisa para meditar. Nos primeiros dias podereis aprovietá-los; depois virá uma velhinha e lhe ensinareis que não basta que ela seja boa, que deve trazer os netos pequeninos. Quatro ou cinco dias depois virão duas menininhas, e depois um rapazote, e depois um homem, um pouco às escondidas… Ao cabo de dois meses,não podereis rezar nada no confessionário, porque as vossas mãos ungidas, como as de Cristo – confundidas com elas, porque sois Cristo -, estarão dizendo: EU TE ABSOLVO.” (São Josemaría Escrivá. in PRADA, O Fundador do Opus Dei)

2. Padres, rezem diligentemente o breviário. É uma obrigação. A lei canônica diz ser pecado deixar de rezar todas as horas a que estão obrigados – Ofício de Leituras, Laudes, uma das horas médias, Vésperas e Completas –, sem um motivo grave. E mesmo sem tal obrigatoriedade, que proveito espiritual se tira da recitação piedosa e vocal da Liturgia das Horas! É a oração oficial da Igreja. Recitando as horas canônicas, dispostas no breviário, os senhores estarão em perfeita unidade com a Igreja do mundo todo. As mesmas preces, os mesmos hinos, os mesmos salmos, o mesmo coração, a mesma mente, A MESMA FÉ!

O apostolado é importante? A cura de almas? A visita aos paroquianos, aos enfermos? A administração da paróquia? As reuniões na diocese? Sim, ok, mas a oração é a alma de todo o apostolado, dizia um sábio monge trapista e autor espiritual, Dom Jean-Baptiste Chautard, OCSO. E a oração mais importante, depois da Missa, e intimamente conectada com ela, é a Liturgia das Horas.

Procurem rezar as horas canônicas no decorrer do dia natural, conforme pede a Igreja. Mas, se não conseguirem, rezem, antes da meia-noite, todas as que faltarem.

Uma sugestão preciosa é que ao menos uma das horas canônicas seja recitada diante do sacrário, para crescer no amor e na intimidade com Jesus Cristo. Além disso, se a paróquia tiver condições, convém que, em festividades mais importantes, as Vésperas sejam celebradas de modo solene, com canto, paramentos adequados, e concorrência de todo o povo.

3. Padres, tenham intimidade com Cristo, visitando-o frequentemente no sacrário de suas igrejas. Lá o Senhor fica escondido, à espera das almas sedentas que queiram d’Ele se alimentar. Abasteçam-se espiritualmente dos momentos de joelhos, aos pés de Cristo Eucaristia. Visitem o Senhor não só diariamente, mas várias vezes ao dia. Na oração pela manhã, após o almoço, antes de recolher-se. Que grande graça ter Cristo real e substancialmente presente tão perto de casa. Não desprezem, reverendos e amados sacerdotes, esse dom tão especial.

4. Padres, celebrem, com amor e profunda piedade a Santa Missa. Saibam que ela é o sacrifício da Cruz. Não uma lembrança do sacrifício, mas o próprio sacrifício. Missa e Cruz são a mesma coisa, possuem uma substancial identidade, diferindo uma da outra apenas quanto ao modo de oferecimento: na Cruz, sacrifício cruento, e na Missa incruento. O Cristo-vítima, contudo, é o mesmo. O altar-cruz a mesma. O Cristo-sacerdote igualmente: e é Ele quem age e fala pelos senhores, tomando seus gestos e suas vozes emprestadas para renovar Sua entrega ao Pai por toda humanidade sobre o altar de nossas igrejas.

A Missa NÃO é um banquete religioso, uma mera ceia espiritual, uma simples reunião de oração. É a Cruz tornada presente. É o sacrifício pelo qual fomos salvos, mediante o qual fomos resgatados por Cristo a preço de sangue. E, por esse sacrifício, se tornam presentes o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo. Não um símbolo, mas o Cristo real, o mesmo Cristo glorioso e ressuscitado. Não espiritualmente, mas substancialmente, ainda que escondido, como diz Santo Tomás de Aquino, pelo véu do sacramento.

É por isso, caríssimos sacerdotes, que os senhores não devem fazer da Missa sua propriedade. A Missa não é ocasião para exercitarem sua criatividade. Não é uma “festa” para que os senhores estimulem palmas ritmadas e cantos “alegrinhos”: a Missa, embora expressão feliz de nossa vitória em Cristo, é sacrifício. A alegria deve ser comedida, não uma alegria mundana, pagã, mas contida pela sacralidade. A Missa deve ser sóbria, sacral, solene. Mesmo a mais simples.

Não é hora, na Missa, de inventarem ritos, mudarem orações. Ajoelhem só quando as rubricas mandarem. Fiquem de pé só quando as rubricas mandarem. Sentem-se só quando as rubricas mandarem. Falem, ouçam, silenciem só quando as rubricas mandarem. A Missa é serviço do povo a Deus, não uma propriedade do celebrante. Qualquer desvio das normas estabelecidas por Roma é um abuso. E João Paulo II já atentava para isso, chamando os abusos de “sombras” em sua magistral encíclica Ecclesia de Eucharistia. Bento XVI, no Ano da Eucaristia e em inúmeros documentos, continuou essa tradição.

Estudem, padres, a Ecclesia de Eucharistia, a Redemptionis Sacramentum e a Instrução Geral do Missal Romano.

Coisas bem práticas sobre os principais erros litúrgicos que, talvez por desinformação ou costume, alguns padres cometem no Brasil:

a) O sacerdote celebrante é quem deve distribuir a Comunhão. Se o número de pessoas for muito grande, outros sacerdotes que estejam presentes à Missa, sem a celebrar, podem ser convocados para auxiliar na distribuição da Comunhão aos fiéis, ou os próprios diáconos que estejam servindo à Missa.

“§ 2. Para que o ministro extraordinário, durante a celebração eucarística, possa distribuir a sagrada comunhão, é necessário ou que não estejam presentes ministros ordinários ou que estes, embora presentes, estejam realmente impedidos. Pode igualmente desempenhar o mesmo encargo quando, por causa da participação particularmente numerosa dos fiéis que desejam receber a Santa Comunhão, a celebração eucarística prolongar-se-ia excessivamente por causa da insuficiência de ministros ordinários. (…)

Para não gerar confusão, devem-se evitar e remover algumas práticas que há algum tempo foram introduzidas em algumas Igrejas particulares, como por exemplo:

- o comungar pelas próprias mãos, como se fossem concelebrantes;

(…)

- o uso habitual de ministros extraordinários nas Santas Missas, estendendo arbitrariamente o conceito de ‘numerosa participação.’

(…)

São revogadas as leis particulares e os costumes vigentes, que sejam contrários a estas normas, como igualmente quaisquer eventuais faculdades concedidas ad experimentum pela Santa Sé ou por qualquer outra autoridade a ela subalterna.

O Sumo Pontífice, no dia 13 de Agosto de 1997, aprovou em forma específica a presente Instrução, ordenando a sua promulgação.” (Cúria Romana, Instrução Acerca de Algumas Questões Sobre a Colaboração dos Fiéis Leigos no Sagrado Ministério dos Sacerdotes)

Dessa forma, o sacerdote celebrante é quem deve distribuir a Sagrada Comunhão. Necessitando de ajuda, em face de sua pouca saúde ou do número excessivo de comungantes, quem o deve auxiliar são outros sacerdotes presentes, ainda que não concelebrantes, e diáconos que estejam servindo à Missa. São esses os ministros ordinários. Necessitando, além desses, de mais ministros para a distribuição da Comunhão Eucarística, ou não havendo ministros ordinários, chame o sacerdote celebrante ministros extraordinários.

“Somente por verdadeira necessidade se recorra ao auxilio de ministros extraordinários, na celebração da Liturgia. Porque isto não está previsto para assegurar uma plena participação aos leigos, mas sim que, por sua natureza, ou suplementação e provisoriedade.” (Sagrada Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Instrução Redemptionis Sacramentum, 151)

b) O texto do Glória, do “Senhor, tende piedade”, do Santo e do Cordeiro NÃO podem ser substituídos, nem mesmo por cantos que lembrem esses momentos. Se querem cantar esses ritos, cantem com a letra exatamente conforme disposta no Missal. A Instrução Geral do Missal Romano, 53, é clara nesse sentido.

c) O uso da casula não foi tornado facultativo. O Cânon 929 do Código de Direito Canônico prescreve que se utilizem, obrigatoriamente, os paramentos descritos nas regras litúrgicas. Na Missa, os paramentos utilizados pelo padre, são a alva, o amito, a estola, o cíngulo, a casula e o manípulo; o Bispo, além desses, utiliza a cruz peitoral e a mitra, além de ter nas mãos o báculo; o diácono usa alva, amito, estola, cíngulo e dalmática; o acólito, se estiver de batina, usa a sobrepeliz por cima, e, sem ela, apenas alva e cíngulo. Os ministros ordenados coloquem a alva, que consiste em uma veste branca que reveste o corpo inteiro, e, se necessário, o amito, pano quadrado utilizado para cobrir as partes da roupa não-litúrgica que estiver por baixo da alva. Depois, devem vestir a estola (ao longo do corpo para os sacerdotes; transversa para os diáconos), com a cor respectiva do tempo ou da festa. Segurando a estola para mantê-la junto ao corpo, deve estar o cíngulo, a não ser que a forma da alva dite o contrário quando, por exemplo, já houver uma espécie de cíngulo costurado àquela. Por cima de tudo, deve estar a casula, com a cor correspondente, e que pode ser de duas formas, gótica e romana. O manípulo é um pano que fica no punho do sacerdote, e tem a cor da casula e da estola; é um paramento optativo depois da reforma do Vaticano II. O diácono, ao invés da casula, usa a dalmática, que deve ter a cor do tempo ou da festa também.

Ao contrário do que pensam alguns, a casula é obrigatória! Não bastam alva e estola! A casula é a veste própria do sacerdote, e simboliza a Cruz, a dignidade própria do padre! Quem a aboliu de seus cultos foram os protestantes mais exaltados, para negarem o caráter sacrifical da Missa. Se a Santa Missa é a Cruz tornada presente, mesmo invisível, a casula a torna visível, por seu simbolismo. A casula remete ao sacrifício!

Entretanto, quando a Missa for celebrada fora do recinto sagrado, i.e., em local que não seja uma igreja ou oratório, há um indulto em alguns países – no Brasil, inclusive, por determinação da CNBB, decidida em sua 11a Assembléia Geral, e aprovada pela Santa Sé em 31 de maio de 1971 –, para que se possa utilizar uma veste que seja um misto de alva e casula: a túnica. Ao invés de alva, amito, estola, cíngulo e casula, pode ser usada, nesses casos, túnica e estola. Mesmo assim, é uma opção que deve ser evitada na maioria dos casos, servindo apenas para quando houver dificuldade de conseguir as vestes apropriadas, quer pela distância do local, quer por outros fatores pastorais.

5. Padres, tenham amor ao latim. Celebrem, eventualmente, a Missa em latim. No rito novo, promulgado por Paulo VI e João Paulo II, a forma ordinária, em uso em nossas paróquias, mas em latim. Se houver desejo do povo, podem também, além do rito novo em latim, oferecer o rito antigo, que é sempre em latim.

6. Padres, rezem o terço diariamente. O padre, alter Christus, deve ter a maternidade de Maria Santíssima como especial sinal distintivo de seu sacerdócio. Se a Virgem é mãe de todos os fiéis, muito mais o é do padre, especialmente incorporado a Cristo por seu sacerdócio, pelo sacramento da Ordem. Rezem a Nossa Senhora, de modo especial essa oração tão especial, em que unimos o movimento dos dedos pelo desfiar das contas do rosário à meditação dos mistérios, enquanto a voz balbucia as ave-marias e os padres-nossos.

7. Padres, não esqueçam de usar o traje eclesiástico. Permitam-nos transcrever um artigo nosso:

“Ao contrário do que sustentam alguns clérigos e infelizmente até Bispos, a Igreja não aboliu o uso de uma conveniente vestimenta para o clero e para os religiosos.

O uso de uma veste própria serve de distinção para o clérigo, e faz com que todos vejam publicamente a pertença daquele indivíduo à grande família dos que foram chamados por Deus para agirem na pessoa de Cristo mediante a celebração da Santa Missa e a administração dos sacramentos. Por outro lado, é em si mesmo um excelente modo de evangelização pela manifestação ostensiva da presença da Igreja no mundo.

Àqueles que se mostram contrários às vestes clerical e religiosa, e que, por isso mesmo, argumentam que não devem se diferenciar os cristãos dos não-cristãos, na esteira do ensinamento de São Paulo, respondemos, com forte embasamento na tradição da Igreja, que a vestimenta eclesiástica não distingue o crente do incrédulo, mas sim o simples leigo do sacerdote ou do religioso, pessoas separadas por Deus para o servirem de modo mais perfeito. Sob pretexto de mais se aproximarem do povo, não devem nunca o sacerdote, o diácono, o frade, a freira, o monge, a monja, o irmão, a irmã, esquecer-se de que, por sua ordenação – os clérigos – não são mais iguais aos outros, dos leigos diferenciando-se não apenas em grau, mas em essência, e por sua profissão religiosa – os demais –, continuam leigos mas consagrados, separados do mundo. E as vestes próprias servem, entre outras funções, para sempre lembrar, inclusive aos que as portam, sua total consagração.

‘Cân. 284 – Os clérigos usem hábito eclesiástico conveniente, de acordo com as normas dadas pela Conferência dos Bispos e com os legítimos costumes locais.’

Essa norma do Código de Direito Canônico é reforçada pela Legislação Complementar da CNBB: ‘Quando ao cân. 284: Usem os clérigos um traje eclesiástico digno e simples, de preferência o <> ou <>.’ (Apêndice ao Código de Direito Canônico)

(…)

Resta obedecer… E que se faça com alegria, impedindo a secularização que os inimigos da Igreja tanto tentam promover entre nós!”

O clergyman pode muito bem ser usado todos os dias. Não só em ocasiões especiais. Todos os dias! E um clergyman sóbrio, preferencialmente de cores neutras, preta, cinza etc.

Mas não esqueçamos também da batina. Ela é um símbolo eloqüente. Queremos levar o povo a Deus? Apontem os senhores para Ele por suas vestes. Que lindo ver, em praça pública, o padre, com sua batina preta, sinal de morte para o mundo e consagração ao Senhor.

Usem batina, senhores padres. Os fiéis pedem. A Igreja manda.

Com essas poucas sugestões, queremos ajudar aos nossos queridos clérigos, que fazem um trabalho incansável em nossas igrejas. Que este Ano Sacerdotal realmente renove as forças de nossos padres, para que sejam mais fiéis, mais apostólicos e mais santos.

4 Responses leave one →
  1. 2009 julho 22
    Gregory P. Rial Araújo permalink

    Maravilhoso tal artigo! Obrigado! Encaminharei aos sacerdotes de minha paróquia.
    Gostaria que vocês fizessem um comentário a respeito do 12º Intereclesial das CEB’s que acontece em Porto Velho. Parece-me que tem gente lá querendo ordenam mulheres… grandioso abraço a todos. http://www.arquidiocesedeportovelho.com.br/informativo.php?news=501

  2. 2009 julho 23
    Flávio Mamede permalink

    Pelos sacerdotes, pelo Veritatis e por você, Rafael:
    “Ave, Maria, gratia plena. Dominus tecum.
    Benedicta es tu in mulieribus, et benedictus fructus ventris tui, Iesus.
    Sancta Maria, Mater Dei, ora pro nobis pecatoribus,
    nunc et in hora mortis nostrae.
    Amen”.

    Obrigado pelos comentários e ‘posts’.
    Saudações.

  3. 2009 julho 23
    Domingos Sávio permalink

    Infelizmente,os padres devem morrer de rir dessas sugestões.

  4. 2009 julho 23
    Alex A.B. permalink

    Caro Rafael
    Gostaria de fazer uma observação sobre a oração da Liturgia das Horas.
    Segundo entendi, o senhor disse que havendo motivo grave para um padre não rezar uma das horas canônicas não é pecado deixar de fazê-lo. Por outro lado que o padre reze todas as horas canônicas que não conseguiu rezer antes da meia-noite. Ora se ele já ficou dispensado de rezar certa hora canônica por motivo grave, por que rezá-la mais tarde então, numa hora que não corresponde a essa hora canônica. Ademais isso é impor um cansaço desnecessário ao sacerdote ou até uma carga desumana.

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