Avacalhação litúrgica em Blumenau

2009 junho 29
by Marcio Antonio Campos

Hoje, dia de São Pedro e São Paulo, conto aqui um episódio que revela no que se transforma quem não segue o que o Papa, sucessor de Pedro, diz, seja diretamente, seja por intermédio de seus subordinados na Cúria Romana.

Na noite do domingo retrasado, dia 21, fui com minha namorada à paróquia onde costumamos assistir missa quando estamos em Blumenau. Para nossa surpresa (não apenas nossa, aliás), estava tudo escuro e fechado. Dada a hora, só nos restou ir à catedral de Blumenau, que teria missa começando meia hora mais tarde. Fomos com o pé atrás, pois o pároco da catedral é o padre João Bachmann, que já conhecíamos de outros carnavais: em uma missa a que fomos em sua antiga paróquia, há alguns anos (era sétimo dia de um parente de um amigo da família de minha namorada), os abusos litúrgicos foram extremos, a ponto de, após a consagração, o padre João substituir praticamente todo o restante da Oração Eucarística por uma música de uma dupla sertaneja que estava lançando um CD.

Mas, antes do relato sobre a missa na catedral, vale a pena recordar algumas palavras do nosso saudoso Papa João Paulo II.

Por isso, sinto o dever de fazer um veemente apelo para que as normas litúrgicas sejam observadas, com grande fidelidade, na celebração eucarística. Constituem uma expressão concreta da autêntica eclesialidade da Eucaristia; tal é o seu sentido mais profundo. A liturgia nunca é propriedade privada de alguém, nem do celebrante, nem da comunidade onde são celebrados os santos mistérios. O apóstolo Paulo teve de dirigir palavras àsperas à comunidade de Corinto pelas falhas graves na sua celebração eucarística, que tinham dado origem a divisões (skísmata) e à formação de facções (’airéseis) (cf. 1 Cor 11, 17-34). Actualmente também deveria ser redescoberta e valorizada a obediência às normas litúrgicas como reflexo e testemunho da Igreja, una e universal, que se torna presente em cada celebração da Eucaristia. O sacerdote, que celebra fielmente a Missa segundo as normas litúrgicas, e a comunidade, que às mesmas adere, demonstram de modo silencioso mas expressivo o seu amor à Igreja. (Ecclesia de Eucharistia, 52; negritos meus)

O próprio Concílio Vaticano II, que tantos padres muderrrrninhos distorcem para justificar suas aberrações litúrgicas, já era bem claro a respeito do modo correto de celebrar a missa:

ninguém mais, mesmo que seja sacerdote, ouse, por sua iniciativa, acrescentar, suprimir ou mudar seja o que for em matéria litúrgica. (Sacrosanctum Concilium, 22, negritos meus)

Nossos temores foram confirmados logo no início da missa, com a bateção de palmas no canto de entrada. E logo veio aquele irritante “Em nome do paaaaaaaaaaai, em nome do fiiiiiiiiiiiilho…”, o que é claramente proibido. Aqui, o permitido é apenas fazer o sinal da cruz enquanto o padre canta “Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”, a que respondemos, cantando, o “amém”. Mas, para o padre João, não bastava errar cantando aquele “em nome do paaaaai” apenas uma vez; o sacerdote estendia o canto, pedindo várias repetições, apenas para mostrar seus dotes de animador de auditório com frases do tipo “agora, mais uma vez”, “estendendo os braços”… isso se verificou várias vezes ao longo da missa.

Para quem promove esse tipo de coisa, usar o “glória, glória, ao Pai criador, ao Filho redentor e ao Espírito, glória” é fichinha. Mas o que a Igreja diz a respeito?

O Glória é um antiquíssimo e venerável hino com que a Igreja, congregada no Espírito Santo, glorifica e suplica a Deus e ao Cordeiro. Não é permitido substituir o texto deste hino por outro. (Instrução Geral do Missal Romano, 53, negritos meus)

E assim seguiu a missa, entre cantoria (sempre com muitas palmas e as frases de incentivo do padre), inclusive com cantos fora dos momentos determinados: no meio da oração eucarística, após o memento dos mortos, o padre João puxa um “Com minha Mãe estarei”. É um hino lindo, mas não no meio da oração eucarística! Não podia faltar o Pai Nosso de mãos dadas e o pedido para que o povo rezasse, junto com o padre, algumas orações exclusivas do sacerdote. Aliás, o que é que a Igreja diz sobre isso?

Entre as partes da Missa que pertencem ao sacerdote, está em primeiro lugar a Oração eucarística, ponto culminante de toda a celebração. (…) O carácter “presidencial” destas intervenções exige que elas sejam proferidas em voz alta e clara e escutadas por todos com atenção. (Instrução Geral do Missal Romano, 30 e 32, negritos meus: ora, se devemos escutar o padre, é porque não podemos ficar rezando junto com ele)

E aí veio a hora da comunhão, com aquela horda de ministros extraordinários. Há incontáveis trechos de documentos da Igreja que regulam a participação desses leigos. Vamos citar aqui apenas alguns:

O ministro extraordinário da sagrada Comunhão poderá administrar a Comunhão somente na ausência do sacerdote ou diácono, quando o sacerdote está impedido por enfermidade, idade avançada, ou por outra verdadeira causa, ou quando é tão grande o número dos fiéis que se reúnem à Comunhão, que a celebração da Missa se prolongaria demasiado. (Redemptionis Sacramentum, 158)

Ah, mas tinha muita gente na igreja? Sim, tinha. Mas não o suficiente para que a comunhão demorasse demais se apenas o diácono e o padre João distribuíssem a Eucaristia. Vejam o que diz outro documento:

Para não gerar confusão, devem-se evitar e remover algumas práticas que há algum tempo foram introduzidas em algumas Igrejas particulares, como por exemplo:
— o comungar pelas próprias mãos, como se fossem concelebrantes;
(…)
o uso habitual de ministros extraordinários nas Santas Missas, estendendo arbitrariamente o conceito de “numerosa participação”. (Instrução acerca de algumas questões sobre a colaboração dos fiéis leigos no sagrado ministério dos sacerdotes, artigo 8, negritos meus)

Ou seja, não se pode alegar o número de pessoas presente todo domingo para justificar o uso dos ministros extraordinários; a presença numerosa precisa ser incomum para haver essa justificativa.

Além disso, os ministros extraordinários estavam levando o Santíssimo Sacramento em recipientes de vidro (ou cristal, não tive como saber). Vá lá que Blumenau tenha vários fabricantes de cristal, mas novamente a Igreja é clara a respeito dos vasos sagrados:

reprove-se qualquer uso, para a celebração da Missa, de vasos comuns ou de escasso valor, no que se refere à qualidade, ou carentes de todo valor artístico, ou simples recipientes, ou outros vasos de cristal, argila, porcelana e outros materiais que se quebram facilmente. (Redemptionis Sacramentum, 117, negritos meus)

E, após a bênção final, o padre João resolveu expor o Santíssimo Sacramento no ostensório e passar com Jesus Sacramentado pela Igreja. Até aí tudo bem. O problema foi que, em vez de as pessoas se ajoelharem, de o coral entoar um belo canto eucarístico, o que aconteceu? As pessoas se aglomeravam no corredor central, querendo a todo custo deixar sua impressão digital no ostensório (e o padre aparentemente não se opunha a isso), enquanto outras simplesmente iam embora para conseguir tirar o carro antes dos outros (a saída do estacionamento da catedral é um tanto complicada mesmo).

Surpresa? Nem tanto. Afinal, se as pessoas tratam o sacrifício do Calvário de modo irreverente (melhor dizendo, são levadas a tratar assim a Missa por padres relapsos), como é que vão se portar com reverência durante a exposição do Santíssimo?

Aliás, o padre ainda anunciou que no próximo dia 1.º ele iniciará a celebração, toda primeira quarta-feira do mês, da “Missa carismática”. Ele não detalhou muito, mas acho que dá pra imaginar. Mais palmas, mais cantos, gente gritando xalandricáxalandricáalalaiêalalaiê pelos cantos, essas coisas. Engraçado… pra que precisamos inventar Santas Missas “especiais”, categorizar o sacrifício de Cristo?

O pior é que a catedral apenas eleva ao quadrado, ou ao cubo, práticas que minha namorada e eu vemos também em outras paróquias daquela diocese. E eu, obviamente, já reclamei ao bispo. Troquei e-mails com dom Angélico Bernardino por um tempo. Ele me dizia que na diocese de Blumenau não se toleravam abusos litúrgicos e que os padres recebiam formação constante. Mas os abusos continuavam acontecendo, e eu continuava lembrando-o disso. Dom Angélico, inclusive, foi o responsável por trazer o padre João, o campeão do abuso litúrgico em Blumenau, para a catedral… agora dom Angélico é emérito, e foi substituído por dom José Negri. Duvido que ele não saiba da bagunça litúrgica que o padre João promove. Mas por via das dúvidas estamos atrás dele também.

Nesse ano sacerdotal, precisamos mesmo rezar muito pelos padres. Para que nossos sacerdotes sejam santos e reverentes para com o Santo Sacrifício da Missa. Não precisa celebrar em latim ou no rito tridentino (embora fosse bom); bastava respeitarem as normas da Igreja à qual eles juram obediência. Já teríamos um aumento de reverência sem precedentes.

11 Responses leave one →
  1. 2009 junho 30
    Hugo permalink

    Eu acho que vc poderia ir dar aula em algum seminário…
    E quando vc participar de alguma Missa, centralize-se em Cristo, e não fique vendo “defeitos”, no seu entender, nos outros.
    Devia dar graças a Deus, pela porta da Catedral, está aberta para receber sua ilustre presença…
    E quando for para um Santa Missa, não vá com um “pé atrás”, fique em casa, pois Cristo não é culpado, por vc não gostar do jeito que Padre “celebra”, etc. Acho q pelo menos qdo vc recebe a Eucaristia, seu coração já deve estar mais em paz, centrado, né? Pelo menos…
    Veja os horários das Missas, celebradas por um Padre, à seu gosto, e vá, com o coração preparado…
    Um abraço…
    Fique na paz…

  2. 2009 junho 30
    Edem de Almeida permalink

    Certa vez li um texto redigido por um protestante onde criticava o quanto enfadonho deveria ser, para Maria, ouvir, de cada católico, cinqüenta Ave-Marias por dia. Errou duas vezes: Maria aconselha a recitação do terço e, infelizmente, não são todos os católicos que o fazem diariamente.

    Ele também não entendeu que o tédio não está na oração do terço, mas na pessoa que não compreende que o amor humano se constrói justamente na rotina, no ordinário, como pregou São José Maria Escrivá. Quem não ama o dia-a-dia, não ama.

    Tentar eliminar a santa rotina da Missa é desencarná-la. Rechear o rito sagrado, intencionando com isso torná-lo menos aborrecido, desfigura o melhor sinal da unidade da Igreja de Cristo; e, paradoxalmente, a introdução de adornos de gosto questionável vão tornando cansativo o encontro eucarístico.

    Seguindo aquele protestante que não via qualquer possibilidade de viver o amor na rotina, esses “sacerdotes-gugus” e “sacerdotes-silvio-santos” transbordam seu aborrecimento interior tentando criar uma missa surpresa a cada domingo. Aparentando uma felicidade incontida, diante de uma platéia que não tem quem lhe ensine como rezar, na realidade, desnudam sua profunda tristeza e frustração com a própria vocação.

    O sacerdote que transfere para a assembléia as orações que lhe cabe apresenta um sintoma de distúrbio de identidade. Esses padres estão convencidos, por uma ideologia insidiosa, que nada valem, pois o que vale é o povo. Estão persuadidos de que nada têm a transmitir ao povo – nem a Graça, é o povo que sabe tudo. É do povo que viria o verdadeiro sacerdócio, e que seu sacerdócio nada mais é que uma forma de opressão dos leigos. A conseqüência mais perniciosa dessa forma de viver (?) o ministério é o entorpecimento da consciência, levando o padre a abandonar o Povo de Deus à sua sorte. Com a desculpa de democratizar sua liderança religiosa, se acovarda, se acomoda, deixando as ovelhas presas fáceis.

  3. 2009 julho 1
    Marta -RJ permalink

    Gostei imensamente desse espaço seu! Creio que a Igreja não seja palco para shows e eventos quaisquer. Precisamos parar com isso! Há pouco dias fui à uma missa com bateria! Certamente a coisa mais importante era a música!!! O resto era secundário! A gente não consegue nem ouvir o próprio pensamento quando faz o ato de contrição ( que tb foi cantado) Acho que foram contadas mais de 30 músicas ao longo da cerimônia!!!! A missa não é para que eu goste, não é para que eu me sinta bem e me expresse como tenho vontade! É para celebrar o ponto máximo da nossa fé: Ele que deu a vida por nós, se faz Corpo e Sangue para nos redimir de nossa pequenez, nos abraça e nos faz dignos do Seu amor. Rezemos pelo nosso Papa Bento XVI e pela Igreja para que o siga com fidelidade e simplicidade.
    Grande abraço,
    Marta -RJ

  4. 2009 julho 1
    Bernardo Medina permalink

    Concordo plenamente. Moro no Rio de Janeiro e, eventualmente, participo “acidentalmente” de missas carismáticas.

    Como você bem disse, o problema em si não é o carisma, mas sim os abusos litúrgicos que são frequentemente cometidos pelo carisma.

    E quanto à demora nas homilias ou homilias “extras”, por exemplos na hora dos avisos? Homilia de mais de meia hora? E quanto às palmas? Existe algo específico do Vaticano contra isto? Acredito que sim, mas onde? Porque me incomodam bastante.

    Pena que haverá aqui sempre poderá haver um ou outro carismático revoltado pra criticar via reply no blog os nossos argumentos, embora estejamos embasados pelo Vaticano e com referências objetivas.

  5. 2009 julho 1
    Francisco Ademir Bruni Júnior permalink

    Prezados,

    Salve Maria,

    PARABÉNS. PARABÉNS PELO TEXTO.

    Não sei até quando suportaremos o “estelionato litúrgico” que estão cometendo contra a Santa Missa.

    Constato que dois grupos são responsáveis diretos pelos inúmeros e inaceitáveis abusos litúrgicos: De um lado os integrantes da já excomungada TL, com suas missas “palanque político”, de outro a RCC com suas missas “show, curandeiras e xandrilicararraráá”.

    Tanto um grupo quanto o outro estão bem servidos (com pessoas “ilustres”)quando o assunto é heresia: A TL com o tal Boff e a RCC com o Pe. Fábio caraMELO e cia limitada.

    Em tempo, uma pergunta: os senhores tem certeza de que o tal Pe. Fábio estudou em seminário da ICAR? Ele realmente é formado em teologia, com pós-graduação ou equivalente?

    Recado ao tal Padre: Caso o senhor não queira ensinar a verdadeira doutrina da ICAR, por favor, seja honesto, saia e crie uma “igrejinha’ pra você, é mais digno para sua pessoa. De padre MELOsos com você já estamos: CHEIOS.

    Um abraço e mais uma vez, parabéns ao autor do texto.

    Francisco Jr.

  6. 2009 julho 1

    Eu amo a Igreja e junto com Jesus oro por sua unidade, pois penso que devemos expressar nossos sentimentos, porém com certo limite. Gostaria de saber com esses comentários de erros litúrgicos o que vai mudar, garanto que nada somente diminuirá a fé de alguns crentes fracos, mas com a oração das pessoas que estão julgando um servo de Deus, o sacertode em questão, tudo poderá ser mudado!

    Então oremos pela a unidade, as falhas de nossos irmãos tratemos com sigilo para o bem da Igreja.

    Graça e Paz, xP.

  7. 2009 julho 2
    Francisco Campos permalink

    A crise na liturgia apontada pelo articulista é reflexo de um processo romântico que, mais e mais, toma conta de nossa cultura. As pessoas supervalorizam o sentimento. Nem mesmo o jornalismo está isento de, muitas vezes, mostrar uma lágrima rolando num rosto qualquer. A RCC, da qual participei por oito anos, inclusive como dirigente de grupo, é, na verdade, um movimento emocionalista. O carismático é aquele que acha que deve “sentir” a presença de Jesus. E se não for assim, a missa, ou encontro, ou reunião, não tem sentido. Nisso ele se iguala aos protestantes pentecostais e sua fé baseada na crença em um Cristo edulcorado, cujas palavras não são mais do que um antigo livro de autoajuda. Jesus é, para essa gente, não o Redentor, o Salvador, o Senhor da História, mas o office boy celestial que leva e traz as coisas do céu para o mundo. Na verdade, RCC e TL são duas faces da mesma moeda: é o materialismo presente no coração de nossa Igreja. Que os verdadeiros católicos percebam isso e se levantem!

  8. 2009 julho 3
    Felipe permalink

    Gostaria de saber com esses comentários de erros litúrgicos o que vai mudar, garanto que nada somente diminuirá a fé de alguns crentes fracos. [2]

    Isso aconteceu comigo no declinio de fé.
    Cuidado no que falam, pois as vezes acabam influenciando e muito e até atrapalhando a vivência da fé (nas Missas, adorações, orações pessoais).
    Rezemos pela RCC em vez de atirar pedras. A RCC de hoje já é bem mais católica do que a de 20 anos atrás, é certo que há muitos erros, alguns absurdos (como os de Pe. Fábio de Melo).
    Com o tempo, Deus moldará com Suas Mãos, e separará o trigo do joio, esse movimento de tamanha importância para Igreja. Movimento esse que foi de suma importância para a desintegração da TL.
    Por fim, só lembrando que “missa show” existe antes mesmo da RCC. E as “missas-show-de-ópera-lírica”, agudos e mais agudos e espiritualidade que é o bom, nada?
    Sigamos o exemplo de Nosso Senhor, manso e humilde de coração vivendo o silêncio e a entrega na orãção, em vez de atirarmos pedras e apontar dedos na cara.

    Pax!

  9. 2009 julho 4

    Infelizmente, eu vejo isso semanalmente, na Paróquia que frequento.
    Resolvi seguir seu exemplo e encaminhar um email ao meu Bispo, que é relativamente novo (depois de anos de oba-oba de D. Fernando, D. Manoel assumiu em março de 2008)
    Infelizmente, no site da minah diocese, não há um email direto ao Bispo, só a Diocese. Alias, desde que D. Manoel assumiu, o site esta em reforma.

    Enfim, vejamos o que minha diocese amada me responde!

  10. 2009 julho 6
    Flavia Fernandes de Lima permalink

    A paz de Cristo,

    Esse tipo de abuso acontece também na cidade onde moro. Mas o padre não é carismático, e mesmo assim comete erros litúrgicos.
    Exemplos de erros cometidos: Quando o diácono não está presente na celebração, quem faz a leitura é o leitor leigo; O padre não dá a comunhão, ele fica sentado, com cerca de cinco ministros distribuindo; O padre faz a homilia antes da primeira leitura; o padre usa a alva e a estola, mas o resto não se vê; modifica, retira, acrescenta ao rezar a Oração Eucarística.
    Já rezei por ele, mas não sei se é útil rezar novamente, pois não vi mudar nada. Tenho a impressão que não vai mudar nunca. Não posso fazer mais nada. Vamos todos orar por eles mesmo assim.
    Os erros litúrgicos não são cometidos somente por causa da rcc, como vocês sabem. Ele é cometido por causa da desobediência individual do sacerdote seja qual for a sua espiritualidade. Fiquem com Deus.

  11. 2009 julho 27
    Shirlei permalink

    Idem Hugo…

    Por isso tudo temos que nos apegar mais ao Pai, e rezar sem sessar…

    abraço

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