Gaystapo agora vira suas baterias contra o Opus Dei

2009 junho 27

Entre os jornalistas não há quem não conheça o site Observatório da Imprensa. Alguns idolatram aquela turminha, que na verdade não passa de um bando de esquerdistas que fica “urubusservando” os jornais e exercendo aquela curiosíssima “tolerância” típica das esquerdas: pau em quem pensa diferente (isso pode ser comprovado por um amplo espectro de pessoas, desde os antigrevistas da USP até os milhões de mortos pelos regimes comunistas).

Especialmente o chefão do Observatório, Alberto Dines, é obcecado em relação ao Opus Dei, dizendo em mais de uma ocasião que a Obra “domina” as redações brasileiras. O que é curioso, porque a grande imprensa brasileira é um tanto anticatólica, fato que não condiz com a infiltração que Dines acusa. Aliás, Diogo Mainardi uma vez pediu a Dines a lista de jornalistas brasileiros vinculados ao Opus Dei, e até hoje estamos ouvindo o som de grilos. Dines, covarde, correu do desafio alegando que não era de ficar delatando pessoas. Ah, conta outra.

Pois bem, no dia 23 o Observatório publicou um texto de Leandro Colling chamado Opus Dei ataca homossexuais e os jornais dizem amém, mais uma tentativa da Gaystapo para calar quem pensa diferente dos esquerdistas e gayzistas. Qual é o problema, para Colling? Há algumas semanas, o professor Carlos Alberto di Franco publicou o artigo Totalitarismo e intolerância, expondo aquilo que a gente, na verdade, já sabe: a tentativa do governo federal de empurrar goela abaixo dos brasileiros a aceitação de um comportamento antinatural.

Pois bem, o tal Leandro Colling teve um piti e, depois de ser ignorado por alguns dos jornais que publicaram o texto de Di Franco (o Estadão publicou a reclamação de Colling na internet; a Gazeta do Povo publicou um artigo de Toni Reis, líder dos GLBT e outras letras assemelhadas), resolveu publicar o ataque no Observatório.

O texto de Colling é de uma torpeza impressionante. Apela para informações pessoais sobre Di Franco, como o fato de ele ser numerário do Opus Dei. Praticamente exige que os jornais ressaltassem esse fato ao publicar os artigos do professor. Fala de celibato e cilício, coisas que absolutamente não têm nada a ver nem com o artigo de Di Franco, nem com sua qualificação profissional (que é o que lhe habilita a escrever artigos na imprensa, e não o fato de ser numerário). Carl Sagan já dizia que o ataque ad hominem é um dos jeitos de mascarar pobreza de argumentos. Lendo o texto de Colling, vemos como o falecido astrônomo norte-americano tinha razão.

E lendo os comentários dá para perceber também aquela “tolerância” da qual eu falei no começo deste post. Os poucos que demonstram alguma sensatez são malhados pelos outros comentaristas, que falam da Universidade de Navarra, mas ignoram que um levantamento do anticlerical El País mostrou que essa é a melhor universidade da Espanha.

O mais curioso é que eu tenho aquela leve impressão de que nem passaria pela cabeça dos “tolerantes” do Observatório da Imprensa dar ao Opus Dei uma chance de se defender, caso a prelazia o solicitasse…

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