“Anjos e demônios” recicla os ataques à Igreja

2009 maio 14

Na terça-feira fui ver, numa sessão para a imprensa, o novo panfleto anticatólico do diretor Ron Howard, Anjos e demônios, baseado no livro de Dan Brown. Já escrevi algumas palavras no meu blog de ciência e religião, o Tubo de Ensaio. Não vou repetir o que eu disse lá, e sim complementar.

A primeira coisa que dizem aos que atacam o filme é “você não está vendo que é ficção?”. Essa gente insinua que não sabemos diferenciar ficção de realidade. Estão enganados, nós sabemos muito bem fazer essa distinção. Tanto que sabemos inclusive distinguir quando uma ficção é empurrada como se fosse realidade. Afinal, sim, nós lemos nossa própria história… sabemos que Robert Langdon é ficção, a dra. Vetra é ficção, bomba de antimatéria é ficção. Mas a Igreja é real. Galileu é real. Bernini é real. E Dan Brown começa a enumerar uma série de fatos históricos claramente inventados, como se tivessem sido reais. Como se a Igreja tivesse reprimido a ciência por séculos, assassinado cientistas, e por aí vai.

Querem fazer um teste? Peguem o público na saída do cinema e perguntem às pessoas o que, no filme, elas consideram ser fato histórico e coisa inventada. Acreditem, muita gente vai incluir as mentiras sobre a Igreja na categoria “fato histórico”. O público vai mesmo achar que a Igreja sai marcando gente com ferro quente. Que Galileu escreveu um Diagramma veritatis. Como acharam que a Igreja tinha queimado milhões de bruxas, quando saiu O código Da Vinci. A confusão é proposital, faz parte da essência dos livros de Dan Brown. Duvidam? No site oficial do autor, há uma entrevista sobre o livro. Confiram o que ele diz a certa altura (a tradução é minha mesmo):

Sim, parte da informação factual revelada é surpreendente, mas eu acho que a maioria das pessoas compreende que uma organização tão longeva e poderosa como o Vaticano não poderia ter chegado a esse ponto sem guardar alguns esqueletos no armário. Eu acho que a razão pela qual “Anjos e demônios” está criando polêmica agora é que o livro abre alguns desses armários, que a maioria das pessoas nem sabia que existiam.

Taí a prova: Dan Brown diz que o que ele apresenta sobre a história da Igreja são fatos. Então, das duas uma: ou ele é um tremendo incompetente, que não faz pesquisa direito, para acreditar em coisas como La purga; ou é um tremendo mau-caráter, que sabe muito bem o que está fazendo.

Fora essa tentativa absurda de jogar lama na reputação da Igreja, o filme ainda tem um punhado de erros. Pelamordedeus, tivemos um conclave real em 2005! Nunca se escreveu tanto, nunca se explicou tanto na imprensa como funciona a eleição de um Papa. E conseguem fazer um zilhão de coisas erradas. Tudo bem que o livro foi escrito em 2000, mas ainda assim temos uma série de aberrações. Tem cardeal citando a Romano Pontifice Eligendo, de Paulo VI, que foi abolida em 1996 pela Universi Dominici Gregis, de João Paulo II; tem cardeal propondo eleição por aclamação, quando ela foi abolida por João Paulo II no mesmo documento; o filme coloca muito mais de 120 cardeais na Capela Sistina; inventa um cargo de “cardeal grande eleitor”, inelegível, que não existe. Será que Dan Brown não sabia que o camerlengo é necessariamente um cardeal? Que não existe restrição à eleição de não-cardeais ao papado? O pior é que dá para perceber que foi, sim, feita pesquisa. Há detalhes como as cédulas sendo costuradas depois da votação, o “extra omnes”, coisa que só quem estudou o assunto conhece. E ainda assim cometem essas barbaridades.

Mas isso é o de menos comparado à difamação da Igreja, retratada como cruel adversária da ciência, quando na verdade ela foi uma grande incentivadora da pesquisa científica. De fato, só por isso não valeria a pena gastar dinheiro com o filme. Se um ingresso cair do céu, ou se um dia passar na televisão, até seria uma oportunidade para evangelizar alguém, explicar o que está errado. Mas financiar a calúnia, aí não sei não…

30 Responses leave one →
  1. 2009 maio 15
    Alex A.B. permalink

    “Financiar calúnia”! De fato, um ponto de vista bem fundamentado e a ser considerado!
    Uma comparação. Alguém pagaria para assistir a uma profanação de uma imagem religiosa?! É deplorável e revoltante só de pensar. E não é difícil lembrar…
    Por que, então, pagar para ver um filme que agride e calunia a Igreja fundada por Cristo?

  2. 2009 maio 15

    desde codigo da vinci o tal dan bronw, tem viajado na maionese, o pior é que tais filmes de dito ficção científica, ficam martelando na cabeça de alguns caóticos apostaticos romanticos, que não sabem nem o que significa o termo católico. E os mesmos passam a reproduzirem as bobagens que viram no filme como se fossem verossimel.

  3. 2009 maio 15
    Pedro Rocha permalink

    Segue outra análise interessante sobre o despautério em apreço: http://www.chron.com/disp/story.mpl/life/religion/6424581.html

    Pesquisando sobre o assunto, já tem gente na internet atacando a Igreja com a tal “La purga”…

  4. 2009 maio 17
    Geraldo permalink

    Vou piratear essa porcaria!

  5. 2009 maio 31

    Paz e bem
    Vcs tem q ouvir a explicação q o professor Felipe aquino dá a respeito desse filme. Contradições historicas e da Igreja , em suma , do cristianismo.
    O Prefessor Felipe detona ele , acaba de vez com essa falcia.
    Infelismente tem catedraticos e universitários q acreditam e fazem debates a cerca desse vomito , igual da serpente do Apocalipse 12 :

    15 E a serpente lançou da sua boca, atrás da mulher, água como um rio, para que pela corrente a fizesse arrebatar. 17 E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo.

    Acordem católicos.
    UNA , SANTA , CATOLICA E APOSTOLICA.

  6. 2009 julho 21
    Lilian Dionísio Vinagre permalink

    Eu acho que há um exagero da parte dos críticos.
    Particulamente não acredito nos relatos do livro.
    Mas ninguém é obrigado à acreditar.
    Basta ler. E achar a história interessante, como estou fazendo.
    É claro que infelizmente, há pessoas neuróticas, que acreditam em qualquer coisa, sem ao menos refletir primeiro sobre tal assunto, mas daí à criticar o livro…
    Errado é quem acredita nesas histórias, os descrentes de DEUS, aqueles que se dizem católicos, mas são os primeiros á levar em conta qualquer fantasia…
    Nenhum livro precisa ter uma história veridica. Para isso existem os jornais. Livro foi feito para viajarmos e sonharmos com ele…
    Critiquem os neuróticos…
    É isso o que eu penso.

  7. 2009 agosto 4

    Caro Amigo, não podemos ingnorar que de fato alguns dos acontecimentos do filme são ficção, mais tambem não podemos deixar de admitir que fatos com a LA PURGA deixaran de existir, seria como ir de encontro a propria historia da humanidade.Sabemos que existe uma diferença entre a igreja e os homens que estiveram a frente dela, não podemos deixar de relembrar do papado dos Borgias, da inquisição de jaques demolay entre tantos. Não podemos nos enganar e achar que tudo é santo.
    A igreja é santa pois ela é o proprio CRISTO, mais os homens, esses, são fracos e pecadores e cometem atrocidades em nome do poder.

    Forte Abraço.

  8. 2009 setembro 21
    ANA permalink

    PRESTA ATENÇÃO PRA COMEÇAR A IGREJA CATOLICA NÃO FOI FUNDADA POR CRISTO!!! ANTES DE CRITICAR ESTUDE A HISTORIA!!!!

  9. 2009 setembro 21
    vanderley permalink

    Muitos consideram o conflito de Galileu com a Igreja como o grande triunfo da ciência sobre a religião e, por extensão, sobre a Bíblia. Mas, essa conclusão simplista desconsiderou muitos fatos.
    A BASE do conflito entre Galileu e a Igreja Católica foi lançada séculos antes de Copérnico e Galileu nascerem. A idéia da Terra como centro do Universo, ou geocentrismo, foi adotada pelos antigos gregos, e tornada famosa pelo filósofo Aristóteles (384-322 AEC) e pelo astrônomo-astrólogo Ptolomeu (segundo século EC).
    O grande conceito de Aristóteles era produto de filosofia, não de ciência. Ele achava falta de bom senso crer que a Terra se movia. Rejeitava também a idéia de vácuo, ou espaço, achando que a Terra em movimento estaria sujeita a atrito, e que, sem o estímulo de uma força constante, ela acabaria parando. Visto que o conceito de Aristóteles parecia lógico dentro dos fundamentos do conhecimento existente, permaneceu em sua forma básica por quase 2 mil anos.
    Um motivo adicional que causou o confronto entre Galileu e a Igreja ocorreu no século 13 e envolveu uma autoridade católica, Tomás de Aquino (1225-74). Aquino respeitava profundamente Aristóteles, a quem ele chamava de O Filósofo. Aquino lutou cinco anos para ajustar a filosofia de Aristóteles ao ensino da Igreja. Na época de Galileu, diz Wade Rowland em seu livro Galileo’s Mistake (O Erro de Galileu), “a teologia híbrida (uma mistura do conceito de Aristóteles com o ensino da Igreja) de Aquino tornou-se o dogma básico da Igreja de Roma”. Lembre-se, também, que naqueles dias não existia uma comunidade científica. A educação na maior parte estava nas mãos da Igreja, e era ela que muitas vezes exercia autoridade sobre a ciência
    O palco estava então pronto para um confronto entre a Igreja e Galileu. Mesmo antes do seu envolvimento com a astronomia, Galileu havia escrito uma obra sobre a teoria do movimento. Essa obra desafiava muitas suposições feitas pelo respeitado Aristóteles. No entanto, Foi por incessantemente defender o conceito heliocêntrico e afirmar que ele se harmonizava com as Escrituras, que Galileu acabou sendo julgado pela Inquisição, em 1633.
    Em sua defesa, Galileu assegurou a sua forte fé na Bíblia como a Palavra inspirada de Deus. Afirmou também que as Escrituras foram escritas para pessoas comuns e que as referências bíblicas ao aparente movimento do Sol não deviam ser interpretadas literalmente. Seus argumentos foram em vão. Visto que Galileu rejeitava uma interpretação das Escrituras baseada na filosofia grega, ele foi condenado.
    O que podemos aprender desses acontecimentos? Em primeiro lugar, Galileu não duvidava dos ensinos da Bíblia. Antes, questionava os da Igreja. Um escritor de assuntos religiosos observou: “Parece que a lição a ser aprendida de Galileu não é de que a Igreja se apegava fortemente às verdades bíblicas, mas, antes, de que ela não se apegava o suficiente a elas.”
    Por permitir que a filosofia grega influenciasse sua teologia, a Igreja cedeu à tradição em vez de seguir os ensinos da Bíblia.
    Tudo isso faz lembrar a advertência bíblica: “Acautelai-vos: talvez haja alguém que vos leve embora como presa sua, por intermédio de filosofia e de vão engano, segundo a tradição de homens, segundo as coisas elementares do mundo e não segundo Cristo.” — Colossenses 2:8.

    Mesmo hoje, muitos na cristandade continuam a adotar teorias e filosofias que contradizem a Bíblia. Um exemplo é a teoria da evolução, de Darwin, que eles aceitaram em substituição ao relato da criação em Gênesis. Ao fazerem isso, na verdade as igrejas têm transformado Darwin num moderno Aristóteles e a evolução numa profissão de fé.

    A verdadeira ciência se harmoniza com a Bíblia. a própria Bíblia convida-nos a aprender sobre as obras de Deus e a enxergar nelas as espantosas qualidades dele. (Isaías 40:26; Romanos 1:20) Naturalmente, a Bíblia não tem por objetivo ensinar ciência. Ela revela as normas de Deus, os aspectos de sua personalidade que a criação por si só não pode ensinar e seu propósito para com os humanos. (Salmo 19:7-11; 2 Timóteo 3:16) No entanto, quando a Bíblia se refere a fenômenos naturais, ela sempre é exata. O próprio Galileu disse: “Tanto as Escrituras Sagradas como a natureza procedem da Palavra Divina . . . Duas verdades nunca podem contradizer-se.” Analise os seguintes exemplos:

    A primeira referência bíblica à lei natural está no livro de Jó. Por volta de 1600 AEC, Deus perguntou a Jó: “Chegaste a conhecer os estatutos [ou leis] dos céus?” (Jó 38:33) Escrito no sétimo século AEC, o livro de Jeremias refere-se a Deus como o Criador “dos estatutos da lua e das estrelas” e dos “estatutos do céu e da terra”. (Jeremias 31:35; 33:25) Em vista dessas declarações, o comentarista bíblico G. Rawlinson observou: “A predominância geral de leis no mundo material é afirmada categoricamente pelos escritores sagrados e pela ciência moderna.”
    Se usarmos Pitágoras como ponto de referência, a declaração de Jó estava uns mil anos à frente de seu tempo. Lembre-se que o objetivo da Bíblia não é simplesmente revelar fatos físicos, mas é primariamente convencer-nos de que Deus é o Criador de todas as coisas — aquele que pode criar leis físicas. — Jó 38:4, 12; 42:1, 2.
    Outro exemplo é o chamado ciclo das águas, ou ciclo hidrológico. Em termos simples, a água evapora do mar, forma nuvens, cai sobre a Terra e por fim volta para o mar. As mais antigas referências não-bíblicas a esse ciclo são do quarto século AEC. No entanto, as declarações bíblicas as antecedem em centenas de anos. Por exemplo, no século 11 AEC, o Rei Salomão de Israel escreveu: “Todos os rios correm para o mar, porém o mar não fica cheio. A água volta para onde nascem os rios, e tudo começa outra vez.” — Eclesiastes 1:7, A Bíblia na Linguagem de Hoje.
    A Bíblia fala também de Deus como ‘suspendendo a terra sobre o nada’ ou “sobre o vazio”. (Jó 26:7) Em vista do conhecimento disponível em 1600 AEC, aproximadamente, quando essas palavras foram proferidas, seria necessário um homem de sabedoria excepcional para afirmar que um objeto sólido poderia ficar suspenso no espaço sem nada para sustentá-lo. Como mencionado anteriormente, o próprio Aristóteles rejeitou o conceito de vácuo, e ele viveu uns 1.200 anos mais tarde.
    Portanto, seremos sábios se não nos deixarmos influenciar facilmente por qualquer ensino ou teoria que contradiz a Palavra de Deus. Como a História repetidamente tem mostrado, as filosofias humanas, mesmo as de pessoas muito intelectuais, talvez sejam populares por um tempo, ao passo que “a declaração de Jeová permanece para sempre”. — 1 Pedro 1:25.

  10. 2009 setembro 23

    Eu assisti recentemente ao filme Anjos § Demônios de Ron Howard. Não sei porquê tanta polêmica e celeuma em torno do que se mostra no filme. Embora façamos diferença entre ficção e realidade, não há como negar que a Igreja ao longo dos séculos vem obliterando o progresso científico, ou pelo menos, tentando. É o que se vê com a rídicula campanha contra o uso de células tronco e outros experimentos da ciência que trarão benefício à humanidade. Sem contar com a obssessão contra o aborto e a eutanásia sem análise de caso a caso. Este obscurantismo é maléfico para a ciência bem como a forma que as crianças são catequizadas e doutrinadas para acreditar sem questionar nada. O filme com certeza irá instigar a pesquisa e o questionamento tão salutares ao espírito humano.

    Aldeni Marinho

  11. 2009 setembro 23
    Roberto permalink

    “Paz a esta casa.” São Mateus 10, 12
    Bem, senhor Aldeni, como o senhor não é cristão, nem acredita no valor da vida (deduzo pelo que escreveu), sacrificar um embrião, uma vida para curar uma outra, é “bom” para o crescimento da ciência (que ciência?). Matar um ser inocente e indefeso? O senhor é casado? Tem filhos? Não creio. E a eutanásia? Morte seletiva? Quais serão os próximos? Os tetraplégicos? Os deficentes mentais? Os cegos? Os mudos? Os negros? Os judeus … Já vimos este fato, não é?
    Continuaremos rezando pelo senhor.
    E Ana, sobre que “khefa” Jesus fundou a Igreja e lhe deu o poder de ligar e desligar, além de apascentar (São Mateus 16, 18)? Dona Ana consulte todas as fontes históricas. Beba de outra fonte. A fonte da Água Viva. Ela saciará sua sede.
    Cristo Jesus, o Filho de Deus vivo, os abençoe e guarde.
    Dominus vobiscus, semper.

  12. 2009 outubro 1
    Século 21 século dos retardados mentais. permalink

    Dan Brown consegue vender seus livros plagiados (no caso do Código da Vinci) e outzras besteiras porque o século 21 é o século dos retadados mentais exibionistas!
    As pessoas querem mostrar que estao fazendo grande coisa quando conseguem ler um livro. Na verdade a maioria delas sabe soletrar mais nao conseguem entender nenhum texto escrito!
    Isso está acontecendo em vários países nao só no Brasil.
    Primeiro que Copérnico era clérico. Segundo que o Papa se aborreceu com um livro que Galileu escreveu colocando um personagem camponês ignorante que discutia com um sábio e um cientista e que se indentificava com o Papa. criticava o poder centralizado da Igreja na época.
    Segundo que o 1° país a ter relacoes diplomáticas com a China foi o Vaticano e foi durante muito tempo o único país porque os Jesuítas eram bons astrônomos e conseguiram impressionar os chineses prevendo eclipses solares etc. Tem várias clateras da lua com nome de Jesuítas.
    O descobridor da teoria genética foi um padre Mendel etc…

    O século 21 é um século infeliz. É um século sem intelectuais, sem cientistas, sem escritores. É provavelmente o século mais pobre em conhecimento e desenvolvimento desde a invasao dos Bárbaros e destruicao da civilizacao Romana

  13. 2009 outubro 4
    carlos vinicius permalink

    o qesse tal de “José Aldeni Marinho de Sousa” ta falano é a maior bestera que eu ja oouvi na vida
    dize q a igreja ta embassando os progressos da ciencia
    o q a igreja faz contra as células tronco é apenas sensatez, na maioria dos casos para se obter celulas tronco é preciso matar um embrião
    ou seja tirar vida de um para melhorar a vida do outro, isso é babaquice
    até ai a igreja é contra
    a partir do momento que estão conseguindo retirar celulas tronco sem matar o embrião o apoio é dado.

    pra falar vc primeiro tem que saber do que se trata

  14. 2009 outubro 15

    Bom Roberto e caro Carlos Vinícius, a forma como vocês reagiram é bem típico dos religiosos, sejam talibans com sua jihad, seja as encíclicas castradoras ou cruzadas destruidoras, enfim, sempre intolerantes. O que eu fiz foi expressar minha opinião. Na realidade, não sou mais cristão e o que eu falo é com propriedade. Apenas para esclarecer e não como pedantismo, eu sou Licenciado Pleno em Ciências da Religião pela Universidade Vale do Acaraú. Eu conheço as religiões e por isso, as abomino por tudo que elas tem de podre. Eu não entendo como os religiosos lutam tanto por um embrião, mas não pestanejam em mandar para a fogueira um cientista como Giordano Bruno. A minha Monografia intitulada, Aspectos Apócrifos do Cristianismo: Das Origens aos Munuscritos de Qunram, demonstra toda a farsa que foi a formação do Cânon Bíblico. A Bíblia hoje em seu formato é resultado de arranjos forjados para que ela pareça menos absurda. Eu sugiro para vocês a leitura dos livros Tratado de Ateologia do filósofo francês Michel Onfray e Deus: um Delírio de Richard Dawkins.

    Aldeni Marinho

  15. 2009 outubro 15

    Ah, Roberto e Carlos Vinícius eu não “esse tal de José Aldeni Marinho de Sousa”.

    Vocês me encontram no Orkut: Aldeni Marinho; no MSN: aldenipacoti23@hotmail.com; no Blogspot: aldenimarinholivrepensador.blogspot.com. Tá bom? Estou aberto para debates. Até!

    Aldeni Marinho

  16. 2009 outubro 15
    Dayana permalink

    Acho que nao tem que ser discutido se o filme tem algo real ou nao, o que é ou nao mentira.
    A fé não se abala quando vivenciamos Deus.
    Cada um é livre pra acreditar no que quiser.
    Afinal a prestação de conta será entre ele e Deus.
    Tem tantas coisas ruins acontecendo no mundo, não devemos nos desgastar deixando coisas tão insignificantes como este filme criar qualquer questionamento.
    Sim se é sim, não se é nao, o resto nao provêm de Deus.
    Os mortos serão vomitados.
    Eu nao quero saber dos “erros” que a Igreja cometeu, eu so quero louvar e agradecer ao meu Deus por ter me dado o dom mais precioso a Vida.
    Que Deus abençõe todos vocês.
    Vamos nos preocupar com o que realmente importa.
    Dayana

  17. 2009 outubro 15
    Leonardo permalink

    O mundo conspira sem teoria. Marx ganhou o mundo ou o demônio o deu a Marx. Cultura nunca mais foi cultura. Desde cedo me ensinavam que cultura decifrava e perpetuava a realidade em que a gente vive moralmente. Agora, cultura destrói nossa realidade e a moral. E é nessa cultura que se investe com incentivos fiscais. Mas, religiosamente, tocou-me a expressão: na saída do cinema ninguém vai saber que era ficção. Está bem, “não vão saber” mesmo, mas não vão procurar saber, como sempre? Não vão já uma opção? Tudo bem que a gente tem que defender a fé e a Igreja, principalmente, para salvar almas, mas será que elas estão iludidas ou estão optando? São Paulo diz que Deus permitirá um engano quase generalizado, tantas vezes foi rejeitado o caminho da Verdade. Eu sei é que eu nunca teria interesse de ver um filme assim. Nem se estivesse buscando a verdade, não seria no cinema que buscaria encontrá-la. Ainda mais se alguém de fora criticasse a Igreja. Ao se dar crédito a uma crítica contra a Igreja (ainda mais externa e “leiga”) sem ouvir a Igreja e se deter nisso com gozo, já não se está optando? Certamente que sim, mas dizem os piedosos que, talvez, iludido. Tudo bem, então, acho que nossa tarefa é perquirir sobre a ilusão ao lado da vontade, porque acredito que boa parte dos que têm interesse em ver um filme assim já havia optado pela mentira ou pela ficção de forçar sua própria mentira como verdade bem antes de ir ao cinema e lá foi só para se iludir mais ainda, pois nunca procura ouvir a outra parte, quando se trata da Igreja, da fé ou de Deus. O interesse em Deus e na Igreja exige reeducação e redefinição de hábitos e de costumes com a justificação proporcionada pela Revelação. Os vícios, enquanto entorpecem e ciclotimizam, colocam rebeldia e até ódio contra a disciplina e a reeducação. A tarefa evangelizadora ganhou enorme proporção. Muitas vezes, interdisciplinar. E agora não podemos contar com ajuda de governos, porque só há ideologia marxista, contrária à Igreja. O panorama é terrível, mas, de qualquer forma, não podemos perder a esperança e cruzar os braços. Temos, urgentemente, que não deixar que façam novos iludidos. Temos que preservar as novas gerações de católicos. Apagar o incêndio para que os nossos não se encantem a ver as chamas. Depois, se houver espaço por alguma solicitação, perquirir acerca da turma que se ilude e gosta, acho eu.

  18. 2009 outubro 15
    Leonardo permalink

    Ô caro José Aldeni, a ciência quase nada seria sem a Igreja. Veja “Igreja, Construtora da Civilização Ocidental, de Thomas Woods, episódios de 1 a 3, em três partes cada um, no Youtube, e pare de falar mentiras, por favor, pois tudo está documentado, mas não nos livros em que estudamos, porque racionalistas e marxistas tomaram nossas escolas desde o século XIX.

  19. 2009 outubro 15
    Leonardo permalink

    Seu Aldeni, o sr. usa tática luciferina. Sua faculdade é péssima e nem serve de referência. E isto não é preconceito, mas o governo é quem a qualifica. Está querendo enganar jovens em formação com incrível deturpação. Subverte mais que Dawkins. Sugiro aos jovens daqui que busquem informações no síto da Quadrante sobre Dawkins, Gnosticismo e Qnran. O que ele cita não passa de neognosticismo. Uma deturpação pagã baseada na imaginação, pois para o gnosticismo cada pessoa intui a verdade intimamente. Além disso, o gnosticismo foi tardio, começou mais de um século após a escrita do primeiro Evangelho canônico. O cânon bíblico não foi decisão de uns e de pouco tempo, mas levou vários séculos e envolveu todos os bispos do mundo inteiro. E até por isso que os protestantes o confirmam e seguem o mesmo Novo Testamento. Talvez, seu Aldeni tenha armado uma armadilha para aliciar jovens para algo pior. Quem sabe uma seita ou um assédio sexual ainda que virtual, pois ofereceu seu endereço virtual. Cuidado leitores! Ademais, o que mais tem hoje em dia é faculdade de teologia e de ciências da religião desvirtuada e perversa, pois o racionalismo criou um método pseudo-científico que conjuga liberalismo teológico com criticismo para imaginar as coisas mais estapafúrdias com base em, nada mais, nada menos, que meras sugestões interpretativas multiplicadas umas sobre as outras. A probabilidade inicial que já era nenhuma alcança os mais alucinados e tresloucados absurdos. Deve ser esta a ciência do seu José Aldeni. Prestem atenção no Papa que, junto com o anterior, alertou para o fato de que “pouca ciência afasta da verdade e da fé, enquanto muita ciência aproxima da fé”. Na parte inicial do enunciado se enquadram Dawkins e José Aldeni, os quais, entre outros, os cientistas de verdade consideram caricatura do absurdo e da mais clamorosa insensatez. Vejam o perfil de Dawkins no sítio da Quadrante. Não se trata mais do que de um oportunista. Há dois tipos de fraudadores: um que tem interesse apenas na própria fraude e outro que explora a fraude com outra ou outras para almejar um ganho próprio imediato. Entre os últimos, está Dawkins e pode estar José Aldeni. Cuidado, repito. Não mexam com ele e com ninguém antes de irem à Igreja, o maior arquivo do mundo sobre o homem, a fé e a ciência.

  20. 2009 outubro 16
    Leonardo permalink

    Se alguém quiser saber mais sobre Qunram ou “Qnran”, veja em http://www.capuchinhosprsc.org.br/biblia/artigos/Manuscritos%20de%20Qumran%20ou%20do%20Mar%20Morto.pdf ou em http://www.presbiteros.com.br/B%EDblia/Qumran%201.htm
    Notem que os manuscritos são sobre o Antigo Testamento e sobre apócrifos do Antigo Testamento. Teste do carbono 14 provaram que os manuscritos são anteriores ao início do cristianismo.Vejam como foram inventadas histórias sobre Qunram e como havia interesses mal versados contra a própria razão ou a ciência, muito mais que contra a fé.
    Citação de parte do artigo acima endereçado:
    “Textos do NT em Qumran? J.O’Callaghan, jesuíta espanhol, insistiu nos anos 70 que havia descoberto partes de textos do NT em Qumran na gruta 7 (nesta gruta foram descobertos também textos escritos em grego). Segundo ele, seriam textos de Marcos, Atos dos Apóstolos, Romanos, 1Timóteo, Tiago e 2Pedro. Esta hipótese foi assumida também
    pelo alemão C. Thiede e fez sucesso, mas também logo foi contestada. Primeiro, porque a grafia não é tão igual; segundo porque a 2Pedro é colocada pela maioria dos biblistas como o último escrito do NT (portanto foi escrita depois da destruição de Qumran); terceiro porque não foi encontrado nenhum livro do NT, mas somente alguns fragmentos com textos parecidos; quarto porque o material é muito fragmentado e não permite nenhuma hipótese segura. O texto encontrado (7Q5) e que O’Callaghan supõe seja de Mc 6,52-53, e pode ser traduzido assim: “porque [não] haviam compreendido o fato dos pães estando o seu coração endurecido. Terminada a travessia chegaram ao território de Genesaré e chegaram à terra. Apenas desceram…” O texto não fala de Jesus e poderia muito bem se referir a um outro
    fato, com outro grupo, ainda que se pareça com o texto de Marcos. Por isso, hoje se exclui a possibilidade que qualquer uma das 11 grutas contenha algum texto da literatura cristã primitiva.
    c) Jesus era de origem essênia? Alguns autores procuram comparar as práticas, os costumes, as propostas entre Jesus e as primeiras comunidades cristãs com os essênios e descobrem muitas semelhanças. Por isso, afirmam que o cristianismo seria de origem essênia. Esta hipótese também é fraca, pois temos todos os textos do NT que
    comprovam a origem judaica de Jesus na Galiléia. Embora com isso não se negue que alguns membros do grupo de Jesus possam ter tido ligações com a comunidade de Qumran (João Batista e outros).
    d) O caso do Messias assassinado ou que assassinou: Um dos textos que mais causou polêmicas foi 4Q285. O fragmento estava em certa parte corrompido e foi passível de várias interpretações, por isso não foi logo divulgado. Isso ajudou a aumentar as suspeitas. Os estudiosos sugerem várias traduções: “E esses assassinaram (ou: assassinarão) o
    príncipe da comunidade, o reben[to de Davi]”. O texto pode ser interpretado tanto no passado como no futuro. Outros preferem: “O príncipe da comunidade o matará (ou: o matou)”. Poderia também ser: “O príncipe da comunidade, o rebento de Davi, o matará” ou: “matará o ímpio”. Tudo isso traz um certo paralelo com o NT. Em 1991 R. Eisenman
    publicou um livro (à revelia do comitê e desrespeitando até os direitos autorais) onde diz revelar textos inéditos, um dos quais que falava da execução capital de um Messias e insiste que este Messias seja Jesus e que por isso o texto não havia sido tornado público. Poucos são os que aceitam esta hipótese, já que Eisenman optou pela tradução menos segura. Em 1992, ele publica outro livro juntamente com M. Wise. Porém, em seguida, Wise se retratou das interpretações feitas (cf. se pode ver na apresentação da edição italiana feita por E. Jucci). No entanto, estas publicações tiveram o mérito de tornar públicos muitos dos manuscritos que demoravam para serem publicados..
    Sobre os pontos acima, é bom lembrar que eminentes estudiosos encarregados da publicação dos manuscritos sempre afirmaram que, embora se encontrem muitos paralelos, não existe nada nos textos que tenha ligação direta com o nascimento do Cristianismo na Galiléia. Também em nenhum dos textos se encontra o nome de Jesus. Segundo F. G.
    Martinez, as últimas análises dos manuscritos feitas com carbono 14, comprovam que os mesmos são anteriores ao cristianismo e portanto, “excluem definitivamente as teorias de uma origem zelota ou judeu-cristã dos manuscritos”.
    O que percebemos é que alguns (como O’Callaghan) gostariam de ver em Qumran e no Mar Morto indícios de Jesus e dos textos do Novo Testamento. Não precisamos disso para a credibilidade da nossa fé. Outros, em outro extremo, querem fazer “provocações” e sugerir que Jesus e o cristianismo tenham origens essênias. Nem isso está nos Manuscritos. Jesus continua sendo de origem judaica e o cristianismo continua com sua origem na Galiléia. Embora seja verdade que o pensamento de Jesus algumas vezes se aproximasse das idéias dos essênios, porém, a prática de Jesus e das primeiras comunidades se distanciava muito do extremismo deles.”

  21. 2009 outubro 16
    Leonardo permalink

    Sobre Dawkins, leiam em: http://www.quadrante.com.br/Pages/servicos02.asp?id=338&categoria=Literatura_Livros&tubcategoria=
    “Deus, um delírio”, de Phillip Elias, que começa afirmando:
    “Richard Dawkins narra um conto cheio de som e fúria, que levanta dúvidas sobre a sua própria compreensão da realidade.” E termina, concluindo:
    “Dawkins, na verdade, não acredita que Deus é cientificamente verificável. Mas não admite nenhuma epistemologia além da ciência. O seu raciocínio pode ser resumido da seguinte maneira: não existe realidade imaterial, portanto Deus não existe. Não é de admirar que ele “não esteja interessado” no livre arbítrio, ou na razão da existência da própria matéria. Dawkins não esclarece nenhum problema filosófico real. É um positivista démodé que tem preconceito contra a metafísica; a sua verdadeira querela deveria ser com os estruturalistas e desconstrucionistas, pois foram eles que conduziram o positivismo à sua conclusão lógica e, para Dawkins, indesejada. Mas ele, evidentemente, não se incomoda com isso; toca o tema apenas de passagem ao qualificá-lo de “alta francofonia”.
    Dawkins acredita que a maior partes das pessoas estaria delirando, mas alguém poderia perguntar se Dawkins está assim tão sóbrio. As suas afirmações acerca de perseguição e marginalização soam suspeitosamente como paranóia, a sua verborréia nauseabunda beira a obsessão, e ele demonstra uma profunda ausência de noção acerca da sua competência filosófica, ou melhor, da sua falta de competência filosófica. Este livro pode fazer Dawkins perder mais amigos do que ganhá-los. Pode ser que em breve ele esteja navegando sozinho – rumo a quem sabe onde – com a sua própria carga de delírios. Pelo menos, ainda poderá rir das suas próprias piadas.”

  22. 2009 outubro 16
    Roberto permalink

    Senhor Aldeni,bom dia.
    Vejo que a “Paz a esta casa.” de São Mateus 10, 12 não encontrou guarida, assim, a princípio, rogo a Jesus a continuidade da saudação, conforme versículo 13.
    Pelo seu “Até!”, o senhor saiu do blog e nos chama para o o seu.
    Lamento, mas recuso o convite. Por motivos óbvios. O senhor coloca “tudo no mesmo saco”. Isto é preconceito. Ou presunção?
    Puxa, quanto estudo e pouco conhecimento.
    A “metralhadora giratória” não funciona mais em debates, sabia?
    O senhor pode manifestar sua opinião. E eu não? Ofendi-o com meu “livre pensamento”?
    Ah, volte ao tema principal do post, ok? (Saí dele apenas para refutá-lo em um desvio, mas veio outro …)
    Assim, blogueiros, voltemos ao assunto do post, pois os desvios são as mesmas lenga-lengas (flexionei corretamente?) de sempre. E de “estudiosos”. Com monografias.
    Abraços e Cristo Jesus, o Filho de Deus, abençoe a todos.

  23. 2009 outubro 16

    Como eu falei a intolerância é típica dos religiosos. O senhor Leonardo tipificou bem a piedade cristã com sua arrogância ofensiva, desqualificando a minha Faculdade e fazendo acusações absurdas. Eu coloquei meus endereços eletrônicos justamente para não esconder-me. Acredito que o mundo virtual é lugar de respeito mútuo. O Senhor Roberto foi razoável e polido em alertar para o retorno ao post. O filme anjos e demônios, precisa ser assistido de forma desarmada de pre-conceitos. Aquela trama armada pelo camerlengo é pura ficção. Porém, me fez reler o livro Dos porões do Varicano: 30 Papas Que Envergonharam a Humanidade, do Historiador Cearense (meu conterrâneo) José Jeovah Mendes. Estou trabalhando agora em um artigo científico intitulado Crítica Epistemológica das Origens do Cristianismo: Agostinho e a Fundamentação Teórica da Teologia Cristã onde mostro que o cristianismo não passaria de um seita judaica sem importância se o Bispo de Hipona não tivesse buscado uma síntese da filosofia grega com o cristianismo o que ele mesmo denominou “filosofia cristã”. Antes, no entanto, passo pelas reformulação paulina do evangelho e visito os dogmas esdrúxulos do Concílio de Nicéia para traçar uma linha de pensamento que expoe a construção humana do cristianismo e não sua “verdade revelada”.

    Abraços!!!

  24. 2009 outubro 18
    Leonardo permalink

    José Aldeni, nós somos intolerantes com a mentira (com as que o sr. ajunta) e com o pecado, além do demônio, mas o sr. se julga o novo artífice da verdade. O pior é que o sr. diz as sugestões de seus devaneios, acreditando que lemos tão pouco como o sr. O sr. pega uma ventarola, transforma-a em nuvem e com esta nuvem quer fazer um furacão. Nada de novo, sr. Aldeni, deturpação das antigas. Algo já velho para nós. Sobre mim mesmo já houve devaneios que fizeram que eu parecesse mera personagem de ficção a mim mesmo. Agora, o sr. é uma ficção ambulante. E parece que para todos, menos para o sr. mesmo. Lembra aquele ditado popular? “Pior tolo é o que não percebe sua tolice?” Não lhe responderei mais. Nem nunca quis responder ao sr., mas apenas aos possíveis incautos que o leram. Seguimos um elefante e vêm as formiguinhas lembrar que estão vivas e querendo morrer a picar nossos pés. Sr. Aldeni, seguimos a Igreja. O sr. não sabe dos arquivos da Igreja? Pois, se não sabe, seus antecedentes estão lá há séculos. Conhecemos Santo Agostinho. Nós que somos manipulados quanto à verdade, se desde Santo Agostinho, há um milênio e meio de anos, depois de tantas outras obras sobre a obra deste santo, esperamos aflitos pelo sr. Aldeni para nos descortinar a verdade. E nós que somos soberbos. Sinto pena do sr., porque lhe deram coisas sérias para o sr. brincar como complemento de uma terapia. Procure médicos e remédios melhores e mais sensatos.

  25. 2009 outubro 19
    Leonardo permalink

    São Paulo já tinha tido contato com a filosofia grega mesmo na Escola de Gamaliel e também fora de Israel, na sua própria Tarso. E, no entanto, antes de São Paulo, já existia “filosofia cristã”, porque, até hoje, ninguém fez “pensar” e “saber” mais profundamente que Cristo. E, depois de tanto operar, seríamos “seita judaica”…

  26. 2009 dezembro 11
    Messias permalink

    Amado, a Igreja errou e errou verdadeiramente! Embora todo o erro converja para o bem, será que Deus-Pai queimaria todos numa fogueira? Será que Deus-Pai marcaria a ferro pessoas sapientíssimas como Copérnico, Galileu e etc.? Será que Deus-Pai venderia penas de pombo dizendo ser do Espírito Santo como faziam na Idade Média? Há pessoas fundamentalistas que visam só o Tu és Pedro… Tudo o que ligares na terra será ligado no céu e tudo o que desligares na terra será desligado no céu. Eu digo: o que fizeres a um dos mais pequeninos foi a mim que o fizeste e mais, quantas vezes estive preso e não me visitastes, estive com fome e não me destes de comer, estive com sede e não me deste de beber, estive estrangeiro e não me acolhestes em casa! Essas pelavras de Jesus nos convidam a sairmos de nós mesmos e se por a serviço do outro. ISSO È LITERALMENTE O DFESEJO DE CRISTO! De que adiante dizer: Eu te amo, sou louco de amor por ti meu Jesus, se não faço esse amor se tornar gesto concreto nos irmãos! è lá fora que Jesus TAMBÉM está!

    A paz esteja contigo!

  27. 2009 dezembro 28
    Aldeni Marinho permalink

    Amigo Messias, acho que ao postar alguns comentários provoquei raiva ou indgnação em alguns membros deste Blog. Acredito que eu errei em fazer comentários “ateistas” em um Site católico e não posso emitir juizo sobre pessoas e crenças divergentes ou sobre a própria Igreja. Até por que eu sou Licenciado Pleno em Ciências da Religião e como cientista da religião deve ater-me ao estudo do fenômeno religioso. Não obstante, exacerbei em manifestar minhas idéias e convicções pessoais atéias. Peço desculpas se ofendi alguém. Na verdade, não foi intencional. Agradece,
    Aldeni Marinho.

  28. 2010 janeiro 4
    ralf permalink

    A verdade é que muitas das informações transmitidas no filme sào reais. A paixão de Galileo pela simetria por exemplo, episódio em La purga e etc.

    A ameaça Iluminati aterrorizou a Igreja católica por muitos anos, e com certeza é uma mancha negra na sua história. Sou professor de história e creio que algumas informações transmitidas no filme sao realmente exageros, mais no geral as informações são verdadeiras, porém transmitidas de forma distorcida.

  29. 2010 janeiro 30
    joao permalink

    dan brown deve ser
    anti_catolico.
    ou maluco pro difamação a igreja catlica
    apostolica romana,e maluco pro mentiras.
    o vaticano nunca sequestrou pesquisadors,
    nem matematicos,como diz no filme.
    a igreja sempre foi aliada da ciencia.
    uma pessoa que dirige um filme,dizendo que cristo
    teve um caso com maria madalena,como mostra no CODIGO DA VINCI,deveria
    ser preso pro:difamação a igreja e muitas outras coisas, tambem formaçao de quadrilha, porque e o que ele esta fazendo com ator de atua como robert langdon.

  30. 2010 fevereiro 1
    jessica permalink

    Primeiramente discordo que pesquisa com celulas -troncos estejem dirando a vida de um ser humano.pois para ser considerado uma vida precisa ter a parte principal que é a fecundação e quando se faz pesquisas com embriões eles ainda não foram fecundados então isso não estaria tirando a vida de um ser humano. Pois eu seria contra se ja houvesse a fecundação e ai sim seria matar.Mas em relação ao filme tenho uma opinião que a sim relatos ficticios entre o codico davinci e anjos e demonios mas não posso deixar de negar que a igreja catolica antigamente teve os seus defeitos e erros em,pros de Deus eles alegavam em fazer coisas que para mim eram absurdas então eu naõ vou defender uma coisa que sei que foi erra e se não fosse pelos protestantes da epoca quem sabe não continuaria da mesma forma que era … Fica uma critica a ser pensada ..pois a partir do momento que se diz que naõ acreditar nas mentiras que o filme diz … também nao devemos acreditar naquilo não se tem como provar.. e fatos obsenos como esses que aconteceram com a igreja catolica no passado aconteceram e eles sabem muito bem disso.!

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