Quem é contra o casamento gay não pode ser Miss Estados Unidos
Saiu ontem na Folha Online que a miss Califórnia deixou de vencer o concurso de miss Estados Unidos por causa de sua posição contra o casamento gay. Reparem que o blogueiro Perez Hilton, jurado do concurso e autor da pergunta sobre a opinião da mocinha, não tem o menor pudor de afirmar que a opinião dela foi o motivo de a miss Califórnia ter ficado para trás: “Ela perdeu por causa desta resposta. Ela era definitivamente a favorita até então.”
Pois é, gente, é assim que a Gaystapo funciona: você pode ser de longe o mais qualificado para o emprego, prêmio, o que for que você esteja pleiteando, mas se você é contra o casamento gay, está fora.
Quer dizer, tem uma exceção. You know, I believe that marriage is between a man and a woman. Essa frase também foi dita na televisão. Só que por Barack Obama. E ele acabou ganhando a eleição. Como diz o pessoal do Creative Minority Report, Obama pode ser presidente dos Estados Unidos. Mas pelo jeito nunca poderia ser miss Estados Unidos…





parabens pelo site..muito bom..a miss Carrie Prejean,que e contra o casamento gay era a mais bonita,ela merecia ganhar….ela foi corajosa,mesmo os jurados sendo gay ou simpatizantes, ela manteve seus principios…
Todo mundo sabe que os gays dominam o mundo da moda, Concurso de Miss, desfiles,…
Qual é a surpresa desta menininha! Que ela fosse recebida de braços abertos pelos gays?
A melhor forma de combater os movimentos gays é não dando motivos para eles.
Se essa menininha mimadinha participa de eventos dominados pelos gays, indiretamente ela ajuda os gays. Vejam o jeitinho dela! É a cara das menininhas mimadinhas americanas: Siliconada e esquelética (o biotipo que os gays gostam!).
Se eu estive na frente desta menininha falaria para ela: ”Menininha mimada, para não dar chance ao mal, não coopere com ele, Deus irá compensá-la muito mais.
Chega de opiniões politicamente correta.
Isso só mostra que essa competição não está atrás somente de mulheres bonitas, inteligentes, de bom caráter e que possam representar bem um país.
Vê-se, claramente, que os critérios de escolha da vencedora estão longe de serem os mais adequados para este tipo de concurso. Se uma resposta bem dada, lógica, coerente, aceitável, admirável, decente, moral, racional, que não ofende os bons costumes, aplaudida pela maior parte do auditório presente na cerimônia, cujo tema é absurdamente polêmico em qualquer país do mundo (salvo algumas exceções), foi ou é capaz de determinar a vencedora, temos (eles lá dos EUA) que repensar esses critérios.
Na verdade, a bela Miss Califórnia demonstrou não somente que tem uma excelente opinião, como demonstrou sua autenticidade, seu caráter, sua postura diante de qualquer situação por menos favorável que pareça, que tem princípios de vida e deles não abre mão (não de forma irracional), seja por convicção religiosa, cultural ou familiar.
Vejo nessa atitude, na verdade, um motivo maior ainda para a sua escolha como vencedora daquela competição. Como ela mesma disse, não é política que se discute nesse tipo de concurso. Se a opinião dela não serve para que seja eleita a melhor, que seja assim. Significa que ela não falou ou falaria apenas por interesse na vitória. Que não faz qualquer coisa para chegar onde quer. Lembro que existem coisas erradas a se fazer para se conseguir o que se quer.
Parabéns para a Miss Carrie Prejean.
Espero que no mundo ainda existam mais pessoas com a mesma índole e a mesma disposição de defender o que ainda é tido como correto, independentemente do que acha correto.